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Uma abordagem sobre a criação de ovinos no Brasil Central

Por fernando alvarenga reis e Camila Celeste B. F. Ítavo
postado em 14/09/2009

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As expectativas em relação à criação de ovinos no Brasil tem estado em alta nos últimos anos. Relatos sobre as vantagens e perspectivas do crescimento da atividade têm sido constantes (Pérez & Furusho-Garcia, 2002; Borges et al.,2004; Reis, 2009).

Na prática, porém, verifica-se que velhos pontos de estrangulamento da cadeia produtiva (Medeiros & Ribeiro, 2006), apontados como essenciais para a estruturação deste segmento, dito promissor no agronegócio nacional, têm sido recorrentes e não solucionados - padrão animal e constância no fornecimento, escala de produção, sistema de produção, abatedouros e frigoríficos, abate informal, preço e importação.

O desenvolvimento tecnológico, considerando a atuação do Sistema Nacional de Pesquisa Agropecuária - SNPA, que congrega a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - EMBRAPA, órgão vinculado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, as Organizações Estaduais de Pesquisa Agropecuária e as Universidades Brasileiras filiadas ao Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras - CRUB (Sistema..., 2009), seguiu para duas frentes distintas: no sul do país, mais especificamente com a atuação da Embrapa Pecuária Sul, localizada em Bagé, RS, e, no nordeste, com a presença da Embrapa Caprinos e Ovinos, implantada no município de Sobral, CE. Em uma ponta, o direcionamento foi para a produção de lã. Na outra, a melhoria das condições de produção no bioma caatinga. Além disso, outras iniciativas de pesquisas e disponibilização de informações técnicas tem sido realizadas nos fóruns acadêmicos, de maneira dispersa, sem atingir efetivamente o público alvo, os produtores rurais.

O Instituto de Zootecnia, uma unidade da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios - APTA, vinculada à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, com mais de 100 anos de existência, é provavelmente a principal referência para geração e difusão de tecnologias para o setor. Ressalva-se, no entanto, as condições diferenciadas de produção de carne de cordeiro para a realidade do mercado paulista (Santos et al., 2005).

Porém, a grande região do Brasil Central, palco de expressivo desenvolvimento agrícola a partir da década de 80, não possui um foco direcionado para indicações tecnológicas baseadas em experimentações científicas, que amparem os produtores nas tomadas de decisões relativas à ovinocaprinocultura de corte. Raça, pasto, número de matrizes e área necessária estão entre os maiores questionamentos por parte da classe produtora.

O sistema produtivo patina em achar uma solução para sua viabilidade, prioritariamente econômica. Isto se justifica, pois os produtores rurais não encontram bases para que a atividade se consolide com profissionalismo e competitividade (faltam estatísticas e informações zootécnicas e de mercado; os produtores têm assumido ônus inerentes à pesquisa, como é o caso do melhoramento genético). Especula-se que a ovinocultura deveria seguir o modelo de integração à agroindústria frigorífica, como ocorre com a produção de aves e suínos. Este foco teórico, porém, assim como muitas tecnologias que só se verificam experimentalmente, não se confirmam no cotidiano prático do meio rural (não há um modelo validado de integração para a ovinocultura).

O principal fator para a evolução da produção e produtividade nas culturas, seja de origem vegetal ou animal, é o aprimoramento genético. E o melhoramento genético de ovinos nos trópicos tem sido pouco trabalhado, gerando uma lacuna para alternativas viáveis de produção. Uma revisão sobre a evolução do melhoramento genético da ovinocultura no Brasil foi relatada por Morais (2000), com abordagem dos principais gargalos.

Outro assunto demandado consiste no sistema de produção e respectivos custos. Diante de diversas alternativas de criação de ovinos (Figura 1), há necessidade de estudos para caracterização dos sistemas e seus resultados, devido às variações regionais (Bernardi et al., 2005; Poli et al., 2008).

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A opção por um determinado sistema de produção tem sido condicionada à três fatores básicos: infraestrutura da propriedade; genética do rebanho e mercado. Observa-se também que a exploração zootécnica de animais domésticos obedece a uma norma que quanto menor o animal, mais curto o ciclo de produção e mais intensiva a atividade, maiores são os cuidados necessários, principalmente higiênico-sanitários, o que implica em mão-de-obra mais especializada.

A alimentação é fator decisivo para a melhoria da produtividade e eficiência dos sistemas de produção. A ovinocultura parece não estar totalmente isenta da inclusão de grãos na dieta de determinadas categorias. As diferenças em ganho de peso dos animais suplementados a pasto são verificadas (Cabral, 2008) mesmo diante da maior oferta de forrageiras de boa qualidade (Monteiro et al., 2007), o que implica em efeito substitutivo no consumo de ração em detrimento ao capim (Pompeu, 2006).

A adição de grãos na dieta de ovinos tem se justificado em situações nas quais a categoria a ser alimentada é exigente, mas também apresenta alto potencial de pagamento da suplementação, em produção, e acima de tudo, adequação econômica ao mercado. Em outras palavras, o uso de grãos na alimentação de ovinos deve estar atrelado a avaliações de conversão alimentar (ganho de peso, em kg/consumo de suplemento, em kg) e aliado a avaliação econômica de tal prática.

Mesmo apresentando vantagens como a vocação para a produção de grãos, o Brasil Central desponta na produção pecuária tendo como diferencial competitivo a criação a pasto. É o que ocorre com a bovinocultura de corte, uma pecuária de animais melhorados geneticamente para criação em ambientes tropicais, baseada em pastagem - boi verde ou boi de capim, consumindo gramíneas tropicais, sobretudo, do gênero Brachiaria. Tal sistema foi desenvolvido na região do Cerrado, reconhecidamente de alta eficiência - "O conjunto Nelore - Braquiária é um sistema de pecuária que assusta o mundo..." (Boi & Companhia..., 2009).

Este fato tem sido decisivo para o alinhamento da ovinocultura de corte no Brasil Central, tradicionalmente conduzida como uma atividade secundária à bovinocultura de corte (Carneiro, 2002).

Em geral, os pecuaristas manejam as ovelhas como "vacas pequenas" e as criam de maneira extensiva, com baixo controle, até mesmo sanitários, para fins de abastecimento alimentar das fazendas e dos operários rurais e familiares (Carneiro, 2002). Eventualmente, em determinadas épocas do ano, o ovino é opção para presentear amigos e parceiros comerciais.

Entretanto, a adoção de condições semelhantes de criação e manejo de ovinos e bovinos cria expectativas de produção e renda que nem sempre são alcançadas, gerando abandono da atividade e críticas nada benéficas ao setor.

Neste sentido, vale ressaltar a existência de diferenças entre tais herbívoros domesticados. Características anatômicas e fisiológicas, refletidas em distintos padrões comportamentais são fatores que interferem no atendimento das exigências nutricionais (Carvalho et al., 2005), determinando que, via de regra, os bovinos necessitem de maior quantidade de alimento, em valores absolutos (kg de matéria seca), ao passo que os ovinos exijam mais qualidade das forrageiras da dieta (Leite & Cavalcante, 2006). Em termos relativos, em função do peso corporal (PC) dos animais, há de se destacar que os ovinos apresentam maior consumo de matéria seca (em % PC) do que os bovinos, com intervalos médios de 3 a 5% PC e 2 a 3% PC, respectivamente, para ovinos e bovinos.

Tais fatores deveriam ser levados em consideração em sistemas de produção baseados no uso de pastagens, os quais poderiam efetivamente favorecer a ocorrência de sistemas viáveis economicamente. Diante do exposto, com destaque para vocação do Brasil Central, surge uma técnica com possibilidade de implantação na realidade do cerrado: a produção integrada entre as espécies bovina e ovina.

Integração Bovino-Ovino

O pastejo combinado, também denominado misto, associado ou a exploração integrada, visa à otimização do uso da pastagem e fundamenta-se na exploração das diferenças de comportamento entre os herbívoros pastejando um mesmo recurso forrageiro (Carvalho & Rodrigues, 1997). O pastejo misto pode ser feito simultaneamente ou em períodos sucessivos, dependendo dos objetivos, manejo e espécies envolvidas (Silva Sobrinho, 2007).

A exploração integrada reporta-se ao que ocorre nos ecossistemas pastoris selvagens, onde distintos herbívoros convivem e se complementam sobre uma vegetação comum. É praticada em várias partes do mundo e tem sua fundamentação na maximização da utilização da forragem de modo a proporcionar um aumento da produção animal que ultrapasse a soma do desempenho individual das espécies quando utilizadas de forma isolada, definida por complementaridade ou taxa de sobreposição (Carvalho et al., 2005).

Podemos descrever ainda que, a integração entre espécies pode compor um caminho para solucionar o desperdício causado pelo excedente de forragem no período das águas, quando a produção atinge cerca de 80 % do seu crescimento anual.

Assim, dois princípios básicos regem a integração bovino-ovino, que são a complementaridade, otimizando o aproveitamento das forragens, e a descontaminação dos pastos. O efeito benéfico dessa integração é mais evidenciado na exploração de vegetações nativas (Nolan & Connolly, 1977) e também de caatinga (Araújo Filho & Crispim, 2002), devido a heterogeneidade das espécies forrageiras. Dentro do princípio da complementaridade, o uso do recurso forrageiro é o pressuposto para a indicação do pastejo combinado, o que é evidenciado em pastos nativos (Sanon et al., 2005). Convém ressaltar que a resposta em produção pode não ser pronunciada em condições de pastos cultivados e monoculturas, ou quando a comparação é feita entre animais jovens, cujas diferenças entre espécies animais são bastante reduzidas (Carvalho et al., 2005).

O pastejo de "multiespécies" proporcionou um aumento de 24% na produção de carne, quando comparado ao pastejo exclusivo de bovinos, e de 9% em relação àquele só com ovinos (Walker, 1994). Outro benefício da integração bovino-ovino está no controle da verminose ovina (Fernandes et al., 2004), relacionado com a descontaminação da pastagem, onde o pastejo misto, ou o alternado, permite o controle dos endoparasitas mediante a redução na contaminação parasitária dos pastos (Pinheiro et al., 1983; Silva Sobrinho, 2007). Esta prática é baseada no "princípio da especificidade parasitária", onde as larvas infectantes dos ovinos, chamadas de L3, quando ingeridas pelo hospedeiro, não encontram ambiente favorável nos bovinos, e/ou vice-versa, sendo grande partes das larvas eliminadas para o meio ambiente (Amarante, 2004), antes do cumprimento do ciclo natural. A infestação parasitária por helmintos tem representado hoje o maior entrave para produção de ovinos a pasto, sendo necessária a utilização de regime de confinamento em sistemas de produção de cordeiros.

No Brasil, especificamente no estado de São Paulo, efeito benéfico do pastejo rotacionado e alternado com bovinos adultos no controle da verminose em ovinos foi verificado por meio da diminuição no número de tratamentos com anti-helmínticos nas ovelhas experimentais ao longo do ano (Fernandes et al., 2004). Do total de 115 tratamentos administrados, somente 38 foram para as ovelhas que alternaram o pastejo com bovinos e 77 para as do pastejo rotacionado sem os bovinos. Portanto, 2,03 vezes mais tratamentos tiveram que ser administrados para os animais que não compartilharam pastagens com bovinos. Isso mostra que o sistema é uma ferramenta importante dentro da profilaxia das helmintoses, principalmente em ovinos, pois existe uma utilização indiscriminada de anti-helmínticos, contribuindo de modo decisivo para a resistência dos parasitas a praticamente todos os princípios ativos existentes no mercado (Bianchin et. al, 2007).

Índices reprodutivos de ovelhas manejadas em pasto irrigado e em rodízio com bovinos foram em geral favoráveis, com destaque para a habilidade materna (Mahieu et al., 2008). Resultados compilados de diferentes sistemas de cria sob condições tropicais são apresentados na TABELA 1.

Tabela 1. Desempenho reprodutivo de ovelhas em diferentes sistemas de cria nas condições de Antilhas, Caribe.

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Entretanto, Carvalho et al. (2005) discorreram sobre algumas limitações relativas ao pastejo combinado bovino-ovino, como a especialização da mão de obra e a necessidade de conhecimentos adicionais de manejo, em especial sanitários, dos pequenos ruminantes; redução na escala de produção da espécie primária em algumas situações; aumento em custos com cercas e outras estruturas necessárias; conflitos em relação à demanda de trabalho; comercialização de produtos mais complexa; e aumento eventual de problemas com predadores.

Considerações finais

O potencial de crescimento da ovinocultura de corte no Brasil e, particularmente, no Cerrado é expressivo, considerando-se a desenvolvida pecuária e a vocação para produção de grãos na região. Uma maior integração entre ovinocultura e bovinocultura de corte deve ser buscada, o que inevitavelmente causará uma maior atração de produtores para a atividade. Nesse sentido, o pastejo associado bovino-ovino reúne potenciais condições de elevar a produção de proteína de origem animal, sobretudo onde há predominância da exploração pecuária, seja para corte ou para leite, e deve ser validado nas condições do Brasil Central.

A validação de sistemas de produção a pasto, associado ao melhoramento genético animal adequado para tal, são ferramentas indispensáveis para elevação da competitividade do setor.

Referências

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Camila Celeste B. F. Ítavo    São Paulo - São Paulo

Pesquisa/ensino

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Comentários

Antonio Carlos Gomes

Santa Maria - Rio Grande do Sul - EXPORTAÇÃO
postado em 14/09/2009

Aos pesquisadores Fernando e Camila,

Parabéns pela excelente abordagem e analise do sistema produtivo de ovinos no Brasil Central/Cerrado, se todos os produtores tivessem um foco no melhoramento genético e produtividade, não tenho dúvida, que nossos índices em Ovinos nessa área do Brasil seriam mais expressivos como os que temos hoje com Bovinos.

Oxalá, todos os produtores recorram a estudos técnicos como o que vocês apresentaram aqui.
Esse artigo nos será muito útil.
Muito Obrigado.

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