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Indústria de rações cresce menos que o previsto

postado em 08/01/2007

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A estimativa para a indústria de alimentação animal, composta por fabricantes de rações balanceadas, alimentos para animais de estimação (pet food), suplemento mineral e suprimentos, é de um encerramento de 2006 com crescimento de 2,5% na produção em relação ao ano anterior, para 48,4 milhões de toneladas. Do total, 55,8% são destinados à avicultura, 27,1% à suinocultura, 10,9% à bovinocultura, 3,5% ao pet food, 0,7% à eqüinocultura, 0,5% à aqüicultura e 1,5% a outros.

Segundo informações de Andréa Cordioli para o Jornal do Commercio, a previsão do presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações), Mario Sergio Cutait, era de uma alta de 10% na produção do setor neste ano. De acordo com ele, o desempenho foi prejudicado pelo surto de febre aftosa no Mato Grosso do Sul e Paraná e pelo surgimento da gripe aviária em alguns países da Europa e da Ásia. O faturamento, entretanto, registrou alta um pouco superior: de 5,5%, para US$ 9,5 bilhões.

Cutait disse que a rentabilidade da indústria de alimentação animal foi quase negativa. "Houve um aumento brutal da concorrência e a informalidade também atrapalhou. Isso afeta a segurança do alimento", disse.

Em 2006, as exportações do setor atingiram US$ 130 milhões (o que representa apenas 1,4% do faturamento total da indústria), com um crescimento de 7,88% em comparação com o ano anterior. O presidente do Sindirações espera que essa participação aumente este ano, uma vez que as projeções do setor indicam um aumento de preços do milho e da soja, que representam cerca de 80% dos custos da ração animal.

Em 2006, disse, o preço dos grãos "não subiu tanto": cerca de 10% em média. "Mas, para 2007, a perspectiva é ter grãos muito mais caros devido ao aumento da demanda desses insumos para geração de energia. Além disso, os estoques internacionais estão mais baixos", disse.

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