Fechar
Receba nossa newsletter

É só se cadastrar! Você recebe em primeira mão os links para todo o conteúdo publicado, além de outras novidades, diretamente em seu e-mail. E é de graça.

Presidente da CNA trabalha para regulamentar a terceirização de mão de obra no Brasil

postado em 13/09/2013

Comente!!!
Aumentar tamanho do texto Diminuir tamanho do texto Imprimir conteúdo da página

 

À frente de uma articulação para regulamentar a terceirização de mão de obra no Brasil, a presidente da CNA, senadora Kátia Abreu, reuniu-se na última quarta-feira (11/09) com o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), e com a ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior. “A ausência de uma lei disciplinando o trabalho terceirizado está trazendo insegurança jurídica e falta de competitividade aos produtores e trabalhadores brasileiros”, alertou a senadora, em defesa da "modernização das leis trabalhistas, preservando os direitos dos trabalhadores".

As Confederações Nacionais da Indústria (CNI), do Sistema Financeiro (Consif), dos Transportes (CNT), do Comércio de Bens Serviços e Turismo (CNC) e da Saúde (CNS), também participam da ofensiva em favor da aprovação do projeto da terceirização que está tramitando na Câmara dos Deputados. Dirigentes destas entidades acompanharam a senadora nas visitas a Alves e à ministra Míriam Belchior.

Para o setor agropecuário, em particular, a regulamentação do uso da mão de obra terceirizada é urgente e imprescindível. A presidente da CNA adverte que não se pode obrigar um produtor que planta 500 hectares de arroz, soja, algodão ou milho a comprar uma colheitadeira que custa cerca de R$ 2 milhões, quando existem empresas especializadas que só fazem colheita e são extremamente eficientes. Neste caso, a contratação do serviço terceirizado é essencial, da mesma forma que também não se pode forçar um produtor a comprar um avião porque precisa pulverizar sua lavoura.

O resultado das reuniões deixou os dirigentes das confederações otimistas. O Presidente da Câmara Henrique Alves comprometeu-se a por a proposta em votação logo após a reunião da Comissão Geral que vai tratar do tema no dia 17 de setembro.

Também a ministra Miriam Belchior afirmou às Confederações que o governo tem interesse em votar o projeto e respeitará o acordo e as garantias que foram acertadas com os trabalhadores.

A presidente da CNA entende que um governo ou uma lei não podem fazer escolhas pelas empresas, determinando a forma de contratação de seus empregados. “O papel do poder público é fiscalizar o cumprimento leis trabalhistas. A forma de contratação é opção do empresário”, diz a senadora, convencida de que o todo funcionário quer é o emprego com suas garantias. “O importante é receber bons salários e ter garantias trabalhistas”.

As informações são do Canal do Produtor, adaptadas pela Equipe AgriPoint.
 

Avalie esse conteúdo: (e seja o primeiro a avaliar!)

Envie seu comentário:

3000 caracteres restantes


Enviar comentário
Todos os comentários são moderados pela equipe FarmPoint, e as opiniões aqui expressas são de responsabilidade exclusiva dos leitores. Contamos com sua colaboração. Obrigado.

Quer receber os próximos comentários desse artigo em seu e-mail?

Receber os próximos comentários em meu e-mail

Copyright © 2000 - 2024 AgriPoint - Serviços de Informação para o Agronegócio. - Todos os direitos reservados

O conteúdo deste site não pode ser copiado, reproduzido ou transmitido sem o consentimento expresso da AgriPoint.

Consulte nossa Política de privacidade