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Manejo de cordeiros para abate é tema de Dia de Campo na TV

postado em 09/01/2014

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Embora a carne de carneiro tenha boa procura no Brasil e o rebanho nacional seja de cerca de 17 milhões de ovinos, os produtores não conseguem abastecer o mercado nacional. Entre os entraves para melhor inserção no mercado está a carência de acesso a tecnologias para a produção. O manejo de cordeiros para abate consiste em cuidados que devem ser observados pelos criadores para garantir qualidade para a carne. Reduzir o risco de doenças e custo com medicamentos, e diminuir o tempo de engorda para abate são algumas das vantagens de seguir os procedimentos da seleção de cordeiros para terminação, de acordo com os padrões recomendados.

Para facilitar o acesso de técnicos e produtores rurais às tecnologias para terminação, a Embrapa lançou o Kit para Seleção de Cordeiros composto de balança para pesagem, brincos e alicate para identificação dos animais, cartão Famacha, caderno de anotação zootécnica e sacos para coleta de fezes. Na seleção para terminação, o primeiro passo é a inspeção individual dos animais, momento em que os técnicos avaliam idade e alterações morfológicas que comprometam o desempenho, além de observar se os animais apresentam sintomas de doenças como mal do caroço, corrimento nasal, bicheiras, sarna, anemia, diarreia ou outros problemas. Em seguida, o cordeiro deve ser pesado. O peso mínimo sugerido para entrada no confinamento é de 18 a 20 quilos.

Em conjunto, devem ser realizadas medidas preventivas para controle de verminose, para o qual se faz uso do cartão Famacha, que ajuda a identificar se o animal tem anemia, um dos sintomas de verminoses e eimeriose. Também são recomendadas as coletas de fezes para identificar doenças. As medidas de controle sanitário incluem ainda as vacinações.

Já o manejo nutricional é importante para que cordeiros obtenham nutrientes necessários para seu crescimento e engorda em um curto espaço de tempo. A alimentação responde por cerca de 70% dos custos da engorda de cordeiros e seu planejamento deve ser feito por um profissional qualificado, para evitar problemas como a subnutrição ou alimentação excessiva do rebanho. Outro cuidado é com as instalações. O aprisco deve estar em uma área de fácil acesso na propriedade rural. Se o sistema de produção for de confinamento, abrigando animais em tempo integral, o aprisco deve ter seu comprimento no sentido do nascente ao poente, para melhor incidência dos raios solares. O aprisco também deverá ter baias coletivas, facilitando alimentação e circulação dos animais, estrutura de manejo animal anexa e baia para isolamento de animais doentes.

Todas as recomendações podem ser adotadas tanto em sistemas de produção de carne ovina em confinamento como nos sistemas que criem os animais em pastagem.

Este programa vai ao ar nesta sexta-feira (10), pelo Canal Rural (Net/Sky), a partir das 9h. No domingo (12), às 7h, pela NBR (TV do Governo Federal, captada por cabo ou por parabólica), com reprise às 17h.

As informações são da Embrapa, adaptadas pela Equipe FarmPoint.  

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