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Ovinocultura brasileira dando seus primeiros passos

Por Raquel Maria Cury Rodrigues (FarmPoint)
postado em 04/01/2012

17 comentários
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O Brasil apresenta vocação para a atividade agropecuária, porém, muitas atividades relacionadas ao agronegócio ainda não gozam da sua máxima eficiência quando pensa-se em produtividade. Com a ovinocultura não é diferente. As pessoas envolvidas na atividade conhecem os desafios que o setor enfrenta e o principal reflexo das dificuldades encontradas é que o país continua dependente das importações uruguaias para abastecer o seu mercado.

Em 2011, (considerando de janeiro a novembro), o Brasil importou 4076 toneladas de carne ovina, 15% a menos quando comparamos com o mesmo período do ano anterior (4824 toneladas). Esse decréscimo nas importações ocorreu devido a uma menor produção ovina uruguaia e a abertura de novos mercados pelo país. Mesmo assim a parcela enviada ao Brasil ainda é significativa.

Em 2011 a ovinocultura brasileira amadureceu. Ainda há muita coisa a ser feita mas a consciência dos produtores está nitidamente começando a mudar, pois há um crescente interesse na produção de carne de cordeiro e não apenas, na produção de animais de elite.

Durante o ano, pude observar inúmeros projetos e iniciativas que contemplaram essa afirmação, além de novos produtos oriundos da carne ovina lançados por grandes empresas no mercado. A indústria também fez-se mais presente, participando de eventos e divulgando os seus serviços aos produtores, que muitas vezes desconhecem o que é oferecido pelo frigorífico e suas estruturas.

Dentre os gargalos, dois me chamaram a atenção ao longo do ano e pretendo discuti-los com mais afinco ao longo do artigo: falta de planejamento da atividade e carência de mão de obra.

Planejamento da atividade

A falta de planejamento ainda é uma das principais características de quem inicia a criação. O modismo já foi mais evidente em anos anteriores, mas ele ainda marca presença. O mercado está aquecido sim, mas o produtor precisa ter em mente que iniciar uma produção animal é equivalente à abertura de um novo empreendimento e todos os detalhes e minucias devem ser anotados e contabilizados no papel. Peca-se na falta de profissionalismo e na ansiedade de ver rapidamente os resultados.

O planejamento está intimamente relacionado aos custos de produção. E se o produtor não calcula aquilo que entra e aquilo que sai para conhecer o seu lucro e os resultados do seu trabalho, ele pode estar fadando o seu próprio insucesso. Por isso destaco novamente a importância das anotações e da conscientização dos funcionários para com este item.

No último mês de dezembro, o FarmPoint lançou uma enquete perguntando aos leitores quais seriam os principais desafios para a ovinocultura em 2012. A maioria deles (16%), respondeu que o principal gargalo será a falta de planejamento da atividade. Leitores de 22 estados participaram da pesquisa, o que demonstra que há um consenso entre as regiões do país quanto a este problema.

Carência de mão de obra

A mão de obra especializada não é um problema apenas para a ovinocultura. A mão de obra é um problema atualmente para toda atividade agropecuária. Cada dia que passa o número de pessoas dispostas a trabalhar no campo diminui e isso sem dúvidas prejudica as cadeias como um todo.

Quando fala-se em ovinocultura esse problema é agravado pelo fato de o Brasil não possuir uma cultura forte para essa produção. Isso dificulta o encontro de pessoas que conheçam as peculiaridades e detalhes desses animais, o que prejudica a produção de uma forma geral.

Os funcionários que já trabalham no campo devem ser incentivados a ficar no mesmo. O proprietário deve conhecê-los bem e saber como estimulá-los à permanecer em sua propriedade e treinamentos devem acontecer para o aperfeiçoamento daquilo que já existe. Uma sugestão é a união dos produtores que possuem propriedades em localidades próximas para reuniões e treinamentos dos seus funcionários em grupo, abrangendo um número maior de pessoas e reduzindo os custos.

Esses gargalos devem ser ajustados para que a atividade se desenvolva. Em 2012 esperamos que a ovinocultura brasileira dê mais um passo de sucesso e que a carne ovina ganhe cada vez mais o gosto dos consumidores brasileiros.

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Comentários

Luciano Piovesan Leme

Barbacena - Minas Gerais - Ovinocultura
postado em 04/01/2012

Prezada Raquel,

Muito oportuno sua abordagem, mostrando nitidamente nosso desafio quanto ao planejamento para que a cadeia da ovinocaprinocultura seja de fato eficiente e rentável.
Buscando aqui corroborar lanço um desafio: que o Farmpoint, por meio de seus parceiros, possa oferecer um curso e/ou treinamento de elaboração de um Plano de Negócios que contemple a elaboração de uma planilha de custos e que possamos partir de um "modelo" básico em que os ovinocaprinocultores possam se espelhar e cada qual com sua especificidade possa ajustar e elaborar este tão importante planejamento.
Colocamos desde já nosso grupo à disposição para este processo e sou desde já um colaborador nesta tarefa proposta.
Atenciosamente,

Luciano Piovesan Leme
Presidente do Núcleo de Criadores de Caprinos e Ovinos das Regiões dos Campos das Vertentes e Zona da Mata - NUCCORTE

jose tadeu pereira da silva

Viamão - Rio Grande do Sul - pecuária de corte
postado em 04/01/2012

Dra. Raquel, bom 2012.
Apreciei, e muito, o seu artigo. Sou criador de ovelhas desde o ano de 1986, com criação de Texel, no início, depois acresci a Merino Australiano, e hoje só tenho Texel. Trabalho com a venda de cordeiros/as e ovelhas de descarte. A atividade é rentável. Porém, há uma falta de planejamento na cadeia produtiva e falta de consumo da carne ovina nos meses de inverno. Este é um gargalo de difícil solução, principalmente para os estados sulinos. A cadeia de avicultura está planificada e ajustada e gostaria que tivemos o mesmo entrosamento na ovinocultura.
Parabéns pelo seu artigo.
José Tadeu Pereira da Silva (51) 9963 0595

Wilson Ashidani

Madre de Deus de Minas - Minas Gerais - Cereais, reflorestamento e ovinocultura corte
postado em 04/01/2012

Como membro do NUCCORTE eu (como não poderia deixar de ser) faço coro ao que disse o prezado colega Luciano.
Creio que o Plano de Negócios seria de grande ajuda pro planejamento da atividade, que após ajustada pra cada região (Nordeste, Sudeste, Sul), possa servir de "Norte" para o planejamento e referência de nossas atividades.

Arlete Romeiro

São Paulo - São Paulo - leite
postado em 04/01/2012

muito interessante  o artigo , e   ao mesmo tempo simples ,mas porque será
que as pessoas do campo tipo pequeno  e medio proprietarios , não    fazem a lição de casa ? planejamento , planejamento ,,,,,,,,,,,,,,treinar funcionarios , se juntar com os vizinhos que façam o mesmo tipo de criação , e porque                 não se reunem nos sindicatos rurais ?
Como será que   se monta uma cadeia planificada e ajustada?
arlete romeiro

Luciano Piovesan Leme

Barbacena - Minas Gerais - Ovinocultura
postado em 04/01/2012

Prezada Arlete,

Aqui nas regiões dos Campos das Vertentes e Zona da Mata nos associamos por meio de um Núcleo de criadores que há dois anos muitos benefícios e resultados trouxeram aos associados. Entretanto existe muita heterogeneidade entre as propriedades, a maioria dos associados é "novato" na atividade, razão pela qual a questão do planejamento é uma lição de casa imprescindível, mas as ferramentas para tal necessitam de capacitação aos criadores (índices zootécnicos, manejo, custo de produção, etc.) razão pela qual propus este "módulo" padrão que nos ajude a, como disse acima nosso associado Wilson Ashidani, "nortear" ações que permitem o correto planejamento das atividades.

Jairo Baptista

Vitória - Espírito Santo - Engenharia
postado em 04/01/2012

Prezada Raquel,
Muito oportuna sua reportagem. Parabens.
Gostaria de ratificar a sugestão do Sr. Luciano Piovesan quanto a possibilidade de se oferecer um curso e/ou treinamento de elaboração de um Plano de Negócios que contemple a elaboração de uma planilha de custos e outros quesitos inerentes a ovinocultura. Não tenho dúvida de que hoje muitos criadores iniciantes começam a atividade sem nenhum planejamento e portanto sem ideia dos custos envolvidos e que acabam por abandonar a atividade por falta de planejamento e controle.
Jairo Baptista

Luiz Gomes do Prado

Itararé - São Paulo - Consultoria/extensão
postado em 05/01/2012

A situação atual da pecuária brasileira sofre da falta de tecnologia como um todo exceto por parte dos proprietários que tem uma base formal de educação e com base econômica em outra área, geralmente industrial ou comercial.
Essa deficiência tecnológica existe por um descaso do estado que não permitiu a transferência e difusão do conhecimento tecnológica ao produtor rural por, certamente, imaginar que o desenvolvimento da classe a faria muito forte e poderia se contrapor ao poder fácil.
Pois não adiantou, vou reforçar um pensamento meu, o de que o produtor rural, quando percebeu que se ele não desenvolvesse, morreria, com suas próprias forças se mobilizou para a salvação, inclusive propiciando ao Brasil um superávit histórico e alavancador da economia.
Retomando o tema, foco a dificuldade e má formação, ou falta de formação tecnológica do produtor ao fato de nosso produtor  original não saber  buscar a informação, e principalmente não ter-lhe sido oferecida a possibilidade de uma formação com base cooperativista, aprender a cooperar, principalmente trabalhar com a confiança ao seu companheiro, vizinho e produtor de mesma área. Daí ainda termos muitos produtores especialmente os pecuaristas, praticando o que aprendeu com os pais que aprenderam com os avós.  Daí colocarmos, pelo voto, para nos dirigir e administrar um grande número de malandros e oportunistas que deixou um legado corruptivo, de dar jeitinho, nas nossas áreas executivas, que não dão a mínima importância as áreas mais importantes como EDUCAÇÃO  E SAÚDE que dirá dar importância a áreas produtivas.
Mas sabemos que existem áreas altamente desvalorizadas mas ainda assim produzindo tecnologia  de cunho objetivo prático-economico para o produtor como é o caso da EMBRAPA  E  O SENAR, que leva ao produtor e ao trabalhador a formação necessária  para o bom desenvolvimento do grande e pequenos produtores, porém é necessário que o nosso produtor tenha a capacidade de buscar essa oferta, e para isso depende somente de si próprio.
O valor que deveria ser dado ao produtor rural pelo nosso executivo governamental passa pela divulgação das ações, e pela desburocratização das ações de desenvolvimento tcnologico.
Como todo brasileiro, sempre pensei  verde, sempre acreditei que um dia o produtor rural seria elite neste país, e, finalmente estamos chegando a obter a devida valorização, e assim será com  a ovinocultura também, mas atingir a marca de líder mundial, somente será possível pelas próprias forças unidas em cooperação mútua, como já vem  acontecendo. Mas precisamos ser rápidos pois nossa valorização e desenvolvimento passa por um retorno do produtor ao meio rural para bem administrar sua propriedade e se valorizar frente ao mercado com a força caipira tecnificada.
Meu objetivo é levar o produtor a pensar também que o êxodo ocorrido sempre, desde que me conheço, deixou uma parcela muito pequena da popopulação rural morando  na terra, é preciso voltar.É preciso ser grande, pensando grande.

Jordana Andrioli Salgado

Curitiba - Paraná - Ovinos/Caprinos
postado em 05/01/2012

Muito interessante e oportuno o artigo.

No ano 2011 senti uma percepção muito maior por parte do consumidor da importância da carne ovina. Cada vez mais a carne de cordeiro está sendo conhecida e valorizada no Brasil, esse fato foi evidenciado nos grandes restaurantes e com o enorme número de receitas  com o produto.
O produtor começou a perceber a importância do agronegócio, mas como diz a autora "precisa ter em mente que iniciar uma produção animal é equivalente à abertura de um novo empreendimento", ele deve saber que é um empresário e para isso precisa INVESTIR. Tenho percebido um maior interesse na procura por mão de obra especializada, principalmente quando o resultado desse apoio é verificado na melhoria da produção.
Outro ponto que achei muito oportuno no artigo é a questão da produção de carne de cordeiro e não apenas de animais de elite. Esse fato é de fundamental importância para que a cadeia produtiva consiga ter organização em todos os segmentos e não apenas alimentar o setor de elite.

Parabenizo a autora pelo excelente artigo.

Luciano Piovesan Leme

Barbacena - Minas Gerais - Ovinocultura
postado em 05/01/2012

Prezada Raquel,

Volto ao tema e faço-lhe a seguinte sugestão: se você ou alguém da equipe Farmpoint ou mesmo parceiro Farmpoint tiverem disponibilidade, podemos organizar em Barbacena - MG na sede do Sindicato Rural (local com amplo auditório, equipamentos de áudio e vídeo) já no mês de Fevereiro/12 um curso sobre "Elaboração de Plano de Negócios da Atividade de Ovinocultura com foco na produção comercial de cordeiros para abate". Somos em 35 associados e nos colocamos à disposição para este "projeto piloto".
No aguardo de seus comentários, despeço-me.
Atenciosamente,

Luciano Piovesan Leme
Presidente do Núcleo de Criadores de Caprinos e Ovinos das Regiões dos Campos das Vertentes e Zona da Mata - NUCCORTE

Raquel Maria Cury Rodrigues

Piracicaba - São Paulo - Zootecnista e Conteudista do portal MilkPoint
FarmPoint - postado em 05/01/2012

Olá Luciano, bom dia, tudo bem? Obrigado pelos comentários! Aceitamos o desafio sim! Achei muito oportuna a sua ideia e acredito que isso movimentará mais ainda o mercado. Entrarei em contato com você! Um grande abraço e obrigado mais uma vez pela participação e pela ideia!

Raquel Maria Cury Rodrigues

Piracicaba - São Paulo - Zootecnista e Conteudista do portal MilkPoint
FarmPoint - postado em 05/01/2012

Olá José Tadeu, bom dia! Obrigado pela participação! Se a cadeia fosse organizada, com certeza o mercado ovino iria deslanchar no Brasil, pois o mercado consumidor está muito receptivo com os produtos. O que falta também é a existência de líderes na atividade que chamem os problemas para si, deem um "start" e acreditem na atividade. Falta foco! Um abraço e avante ovinocultura!

Raquel Maria Cury Rodrigues

Piracicaba - São Paulo - Zootecnista e Conteudista do portal MilkPoint
FarmPoint - postado em 05/01/2012

Jairo e Wilson! Obrigado pela contribuição! Estarei entrando em contato com o Luciano e o pessoal da Nuccorte para consolidarmos essa ideia! Acredito que terá uma boa repercussão! Um abraço.

Raquel Maria Cury Rodrigues

Piracicaba - São Paulo - Zootecnista e Conteudista do portal MilkPoint
FarmPoint - postado em 05/01/2012

Olá Arlete! Os iniciantes na atividade e os produtores precisam ter a consciência que o planejamento é de fundamental importância para a atividade, não só a ovinocultura como qualquer outra. Para isso, eles também podem contar com uma gama de profissionais que são especializados na área e podem ajudá-los a desenvolver a produção. Precisamos  visar seriedade no negócio para conseguirmos nos destacar no mercado. Abraços e continue participando conosco!

Wilson Ashidani

Madre de Deus de Minas - Minas Gerais - Cereais, reflorestamento e ovinocultura corte
postado em 05/01/2012

Modelos pra criação de animais de elite é comum e já temos vários exemplos à se seguir... cujo mercado inclusive, está saturado até.
O problema são os modelos de produção de carne (que inclusive dão sustentabilidade ao primeiro) em que cada centavo no custo, seja na alimentação, seja no manejo, seja na comercialização/logística é importante pro sucesso da atividade.
Em qualquer cadeia pecuária a equaçao saudável seria por exemplo de um melhorador (genética), pra dez multiplicadores pra cem produtores de carne. O quadro da ovinocultura de corte no páis parece essa equação invertida.
É preciso que a pesquisa bem como as empresas produtoras de insumos e prestadoras de serviços se adéquem à esse perfil.

Nei Antonio Kukla

União da Vitória - Paraná - Consultoria/extensão rural
postado em 06/01/2012

Prezada Raquel:
Muito oportuno o artigo, onde vc mostra-se conhecedora da conjuntura da cadeia produtiva.
No que tange ao Planejamento, creio que se a atividade como qualquer outra não for encarada como negócio, se a propriedade, seja o tamanho que for, não for trabalhada como uma empresa, os resultados serão irrisórios. Há uma necessidade nas propriedades de se fazer anotações, de se ter um controle de entradas e saídas, de se saber qual a atividade que está sendo rentável e qual atividade está sendo paga por outra e assim por diante, o gerenciamento é a ferramenta da administração imprescindível para o negócio dar certo e apresentar resultados.
No que diz respeito a mão-de-obra, vemos no campo que existem lugares, comunidades, especialmente nos municípios menores, fadadas a desaparecer por não haver mais ninguém querendo "firmar raízes" no meio rural. É uma situação grave e preocupante, onde tbm há a necessidade de se fazer algo para que o problema não se torne crônico, pois grave ele já é.
Temos um desafio nas propriedades a fazer que é a questão da sucessão familiar, assunto difícil de ser tratado na maioria das propriedades, mas que deve ser tratado desde cedo para que o negócio agropecuário continue e não aconteça como ocorre aqui no sul em muitas regiões, onde não sobrou herdeiros para o negócio e a propriedade transformou-se em reflorestamento (nada contra esta atividade), porém temos que alimentar o mundo que, precisa das propriedades para além de produzir energia, produzir alimentos.

J.CARLOS BASSINI

Linhares - Espírito Santo - IND.MOVEIS-INICIANTE EM OVINOCULTURA
postado em 30/04/2012

Prezada Raquel!
Parabéns pela reportagem.
Estou procurando o máximo possível informações sobre ovinocultura,pois após as análises pertinentes,irei definir por também essa atividade.
Estou iniciando em carácter experimental, pelo que já li, juntando aos conhecimentos de quem está me assessorando, que já é criador, vislumbro uma atividade de grande sucesso para curto prazo.
O importante é começar certo.

Jouse Moreira Sanches

Boa Vista - Roraima - Zootecnista
postado em 23/07/2012

Olá Raquel!
Sou estudante de zootecnia e gostaria de saber como estar a ovinocultura de hoje no Brasil, se neste ano tivermos mais exportações, se  a nossa produção aumentou mais.
Atenciosamente

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