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AL: ovinocaprinocultores planejam retorno ao mercado

postado em 18/05/2009

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Pouca gente sabe, mas a classificação negativa de Alagoas em relação ao controle da aftosa também deprimiu o mercado dos criadores de ovinos, caprinos e suínos. É que, embora esses animais não sejam incluídos nas campanhas de vacinação, eles também são atingidos pela doença, assim como quaisquer animais com os cascos fendidos. Embora haja riscos, a doença raramente é detectada nos seres humanos. Pelas mesmas razões que os criadores de bovinos, os ovinocaprinocultores do Estado estavam impedidos de comercializar seus animais e a carne deles em outros mercados, além de Piauí, Ceará e Paraíba, na região Nordeste.

"Muitos pecuaristas não suportaram a crise sanitária do Estado e largaram a atividade para se dedicar a outras, como o cultivo de cana-de-açúcar. Com a restrição de mercado, Alagoas, que antes se destacava nacionalmente pela qualidade genética de seu rebanho, viu os preços de seus animais despencarem por causa da restrição de mercado, com preços abaixo da média nacional. Foi um grande retrocesso para o setor", afirma Edilson Maia, ex-presidente da Associação dos Criadores de Alagoas (ACA). Na última semana, a entidade elegeu Domício Silva, ex-superintendente do Porto de Maceió, como seu novo líder. Ele, assim como Maia, se destaca na criação de ovinos. "A ovinocultura do Estado perdeu espaço na pecuária, com redução de rebanho de 44% nos últimos dez anos. Para manter seus negócios muitos criadores saíram de Alagoas e se instalaram em outros estados", frisa Maia.

As informações são do O Jornal/AL, adaptadas pela equipe FarmPoint.

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