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Aprisco Nordeste promove aproximação de empresários da ovinocaprinocultura

postado em 13/11/2012

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Um grande passo foi dado pelos empresários do setor de caprinos e ovinos durante o encontro realizado pelo projeto Aprisco Nordeste em Juazeiro (BA), nos dias 8 e 9 de novembro. Reunindo os principais frigoríficos da região, o evento aproximou os representantes do setor, que conheceram experiências bem sucedidas e buscaram soluções para problemas semelhantes enfrentados pelo mercado, como a redução da demanda de animais, a clandestinidade e a contribuição fiscal.

Considerado pelos participantes como um dos mais importantes eventos já realizados pelo projeto Aprisco Nordeste, o Painel "Limitações, Oportunidades de Negócios e Prioridades nas Cadeias Produtivas das carnes de ovinos e caprinos" promoveu diversas reflexões e encaminhamentos para o mercado da ovinocaprinocultura nordestina. "Todos passam por dificuldades semelhantes e em conjunto buscamos alternativas para os gargalos. Os empresários perceberam que é preciso haver parcerias entre eles e não concorrência", destacou o analista do projeto Aprisco Nordeste, Jucieux Palmeira.

Jucieux disse que um dos pontos de discussão foi a adoção de um modelo de gestão e de apoio governamental semelhante ao do mercado da avicultura e suinocultura no sul do país. "Esta experiência está tendo bastante êxito com a isenção fiscal e o tratamento diferenciado pelo poder público. A ovinocapricultura precisa deste apoio para poder se manter sustentavelmente no mercado", ressaltou.

Entre os problemas discutidos no evento, um dos destaques foi o déficit do número de animais para abate diário. "Calculamos, entre os frigoríficos presentes, que seriam necessários 2,6 mil animais diariamente para atender a demanda. Se este cálculo tivesse como base a capacidade instalada, este número quadruplicaria", disse Jucieux.

Outro ponto importante de debate foi a busca de uma visão empresarial dos produtores. "Esta é uma questão cultural que precisa ser transformada. A criação de animais para abate precisa ser vista dentro de uma perspectiva de negócio", ressaltou o analista. Outro tema de destaque foram as atividades clandestinas que prejudicam a cadeia produtiva e impedem a permanência de empresários sérias no mercado.

O evento realizado pelo projeto Aprisco Nordeste contou com a participação de diversas autoridades, como o secretário de Agricultura da Bahia, Eduardo Sales, os empresários de agronegócios João da Mata (Da Mata), João Dantas (Baby Bode), entre outros, os pesquisadores Jorge ACOSTA (Uruguai), Raul Munis (Espanha), Daniel Benites (EMEPA-PB), a zootecnista Cristiane Rabaioli (MT), além de gestores do projeto Aprisco Nordeste.

Em março de 2013, um novo encontro será realizado em João Pessoa (PB), para discutir com os gestores públicos e Ministério Público ações que contribuam para o mercado, que vão desde a redução de impostos a medidas de coibir a clandestinidade da atividade.

As informações são da Agência SEBRAE de Notícias, adaptadas pela Equipe FarmPoint.

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