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Arco inicia elaboração de banco genealógico online

postado em 25/09/2009

1 comentário
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Entrar em um site, acessar informações de registro e até do DNA de um animal antes de definir a compra do novo pai de cabanha da propriedade. Pode parecer muito avançado, mas, em breve, deve ser uma realidade para os ovinocultores brasileiros. Isso porque a Associação Brasileira de Criadores de Ovinos (Arco) deu início à elaboração de um banco genealógico dos exemplares que facilitará a verificação da origem genética dos ovinos e dimuirá a chance de um criador comprar "gato por lebre", ou melhor, borrego comum por reprodutor de ponta.

As primeiras coletas de material genético foram feitas na Expointer. Foram extraídos pelos ou coletado sangue dos premiados macho e fêmea de cada raça, do grande campeão ao quarto lugar. Agora, o material será enviado para um laboratório credenciado pelo Ministério da Agricultura (Mapa) em São Paulo, que fará a genotipagem de cada ovino.

Os dados serão inseridos em um software e a ideia é disponibilizar a informação aos criadores na internet. O banco de dados será atualizado pelos 110 inspetores técnicos da Arco espalhados em 24 estados brasileiros. A coleta não ficará restrita à Expointer e será estendida para outras exposições no país. Mas, na feira de Esteio em 2010, o número de amostras será ampliado e, em 2011, a apresentação da genotipagem deve se tornar uma das exigências para a inscrição de exemplares. "No futuro, todos os animais de genética terão de estar no banco", diz o superintendente do serviço de registro genealógico adjunto da Arco, Edemundo Gressler. Muitas cabanhas já fazem o atestado de genotipagem por conta própria, mas os dados não estão compilados.

Gressler explica que a iniciativa caminha para um banco com todas as informações de parentesco dos animais, como uma grande árvore genealógica da ovinocultura brasileira. "Isso é importante para o cabanheiro que produz genética", afirma ele.

"É mais um selo que dá a garantia ao comprador de que o produto contém o perfil genético desejado". No caso de fertilizações in vitro (FIV), muitas vezes são colocados materiais de diferentes animais no mesmo ensaio, de forma que não se sabe a origem exata do produto. Por isso, explica o superintendente do serviço de registro genealógico da Arco, Francisco José Perelló Medeiros, é importante que o criador faça o exame e forneça as informações à Arco.

A reportagem é de Marcela Duarte, para o jornal Correio do Povo/RS, resumida e adaptada pela Equipe FarmPoint.

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Comentários

Gilson Alcântara Borges

Janaúba - Minas Gerais - Consultoria/extensão rural
postado em 29/09/2009

Muito interessante essa idéia de criar um banco genealógico online. Essa será mais uma ferramenta para aqueles produtores que acreditam na ovinocultura e que querem que ela cresça e atinja as fronteiras internacionais. Com certeza esse será um grande passo para a melhoria genética do rebanho brasileiro, e quem sabe um dia não estaremos exportando a nossa genética.

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