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Arco quer impedir entrada de carne mais barata

postado em 14/05/2007

2 comentários
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A Associação Brasileira de Criadores de Ovinos (Arco) quer ganhar mercado com qualidade, impedindo a entrada da carne de outros países a preços reduzidos. Segundo o presidente da Arco, Paulo Schwab, a entrada de ovinos do Uruguai com valores menores derrubou o preço do quilo vivo do cordeiro nacional, hoje em cerca de R$ 1,70.

Outra meta da associação é aumentar o rebanho. Apesar de não haver estatísticas recentes sobre o setor, a estimativa é que esse crescimento já esteja acontecendo. "A procura por genética aumentou dez vezes na última década. Essa é a prova de que os produtores estão trabalhando para incrementar o volume de exemplares", argumentou o dirigente.

As informações são do Correio do Povo/RS.

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Comentários

Gilmar Borges de Brito

Ribeirão Preto - São Paulo - Consultoria/extensão rural
postado em 14/05/2007

Barreiras mercadológicas já existiram em vários setores. Ao nosso ver esta não é a melhor solução.
O que precisamos é sermos mais competentes, criativos e inovadores.

É claro que até comerçarmos a ter escala este vai continuar sendo nosso maior desafio. Informar nosso consumidor sobre o que ele esta consumindo do Uruguai. Mostrando com fatos e dados que eles exportam para nós a sua carne de pior qualidade. Sua melhor carne vai para a Europa e U.S.A com preço diferenciado.

Assim estaremos criando barreiras de consumo da carne uruguaia em nosso país, dentro das regras do mercado. Mostrar que o Uruguai tem um plano estratégico para impedir o crescimento de nossa produção.

O bom adversário é que nos estimula a sermos criativos e superar nossa deficiências e não a falta delas.

Vamos inverter o jogo. Nada de tapetão.

João Marcos Santos Malucelli

Palmeira - Paraná - Produção de ovinos
postado em 15/05/2007

Realmente a entrada da carne importada com preços bem abaixo do nosso mercado, desestimula o nosso produtor.

Muito bem vinda a intenção da ARCO para minimizar esta situação. Porém, vale lembrar que nos dias de hoje, não há mais lugar para amadorismo. O ovinocultor, como qualquer outro produtor, terá que se profissionalizar cada vez mais se quiser permanecer na atividade.

Abraços!

João Marcos Malucelli
Médico Veterinário


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