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Austrália deverá usar maior cota de carne ovina da UE em 2013

postado em 04/06/2013

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O uso pela Austrália de sua cota anual de carne ovina concedida pela União Europeia (UE) ficou em 49% até 27 de maio, de uma cota total de 19.186 toneladas, de acordo com os últimos dados divulgados pelo Departamento de Agricultura, Pesca e Silvicultura (DAFF). Em 2012, a Austrália somente utilizou 89% de sua cota, o que é uma indicação das más condições nesse mercado. O lento crescimento econômico na UE e em alguns casos a recessão, particularmente desde o meio de 2011, prejudicaram a confiança dos consumidores na UE, impactando nas compras de carne ovina, junto com muitos outros produtos.

Apesar da situação econômica ainda permanecer precariamente equilibrada na UE, o fato de a Austrália estar se encaminhando para aumentar seu uso da cota em 2013 aponta para pelo menos uma leve melhora no mercado. Produto neozelandês barato tem sido uma característica de mercado no começo de 2013, à medida que a Nova Zelândia sofreu com a seca e, como resultado, liberou grandes quantidades de produtos mais baratos. Entretanto, a recente melhora na seca aponta para uma retenção do rebanho ovino e menores ofertas vindas da Nova Zelândia no mercado e potencialmente aumentando as oportunidades para carne ovina australiana.

As exportações de carne ovina australiana à UE nos primeiros quatro meses de 2013 totalizaram 4.744 toneladas, 13% a mais que no ano anterior. É interessante notar que, apesar de os volumes terem aumentado, o mix de cortes sendo enviados ao mercado mudou nos últimos anos, refletindo a mudança nas preferências dos consumidores. Ilustrando isso, as exportações de pernil totalizaram 828 toneladas em 2013 (jan-abri), ou 17% do total das exportações australianas, comparado com a média de cinco anos, de 11%. As exportações de perna, tradicionalmente o item mais exportado à UE, totalizaram 2.568 toneladas, ou 54% do total dos envios, bem abaixo da média dos últimos cinco anos, de 67%. Um grande aumento nas exportações de carne processada, de 74% com relação ao ano anterior, para 479 toneladas, também aponta para uma maior preferência por produtos mais baratos.

A reportagem é do Meat and Livestock Australia (MLA), traduzida e adaptada pela Equipe FarmPoint.  

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