Fechar
Receba nossa newsletter

É só se cadastrar! Você recebe em primeira mão os links para todo o conteúdo publicado, além de outras novidades, diretamente em seu e-mail. E é de graça.

Brasil terá oito adidos agrícolas para facilitar negócios

postado em 16/04/2008

8 comentários
Aumentar tamanho do texto Diminuir tamanho do texto Imprimir conteúdo da página

 

O governo brasileiro decidiu criar o cargo de adido agrícola em oito embaixadas no Exterior para pesquisar mercados e facilitar negociações sobre temas sanitários. Os cargos serão criados por meio de um decreto presidencial, cujo texto está na Casa Civil da Presidência e será publicado no "Diário Oficial" da União nos próximos dias. A expectativa do Ministério da Agricultura é que os primeiros adidos iniciem o trabalho dentro de, no máximo, nove meses.

Os destinos escolhidos foram Argentina, China, Japão, Rússia, Estados Unidos, África do Sul, Bruxelas -por ser a capital da União Européia- e Genebra, onde fica a sede das Nações Unidas na Europa.

Segundo reportagem de Iuri Dantas, da Folha de S.Paulo, os futuros adidos agrícolas deverão ser funcionários concursados do Ministério da Agricultura - veterinários ou engenheiros agrônomos. Depois de escolhidos, eles ainda passarão por treinamento no Instituto Rio Branco durante seis meses.

Eles deverão fazer a prospecção de mercado para setores específicos da agricultura, para identificar produtos do agronegócio brasileiro que não entram em determinados países ou cuja exportação pode aumentar.

Uma outra função importante será auxiliar grupos do agronegócio em compras internacionais, fornecendo informações gerais sobre o mercado de tratores ou colheitadeiras, por exemplo, em determinado país.

"É uma reivindicação histórica do setor, há muito tempo estamos pedindo isso porque é uma absoluta necessidade. O embaixador e a sua equipe diplomática não têm obrigação de conhecer a rotina do comércio e entender a linguagem do mercado", comemorou o secretário de Agricultura de Minas Gerais e presidente do Conseagri (Conselho Nacional dos Secretários de Estado de Agricultura), Gilman Viana Rodrigues.

Comentário AgriPoint: o BeefPoint publicou recentemente um artigo sobre o tema, leia mais em Estabelecimento de Escritórios de Agricultura e cargos de Adido Agrícola - questão de urgência para o agronegócio brasileiro.

Avalie esse conteúdo: (e seja o primeiro a avaliar!)

Comentários

Eduardo Miori

São Paulo - São Paulo - Produção de gado de corte
postado em 16/04/2008

A notícia é tão boa que não dá para acreditar.
Finalmente vamos dar importância às relações comerciais de natureza agropecuária tratando-as pelo canal competente que é o Ministério das Relações Exteriores.

Parece o começo do fim da ingenuidade e improvisação neste assunto. Gostaria de saber quem são os autores da iniciativa.

Louis Pascal de Geer

Barretos - São Paulo - Consultoria/extensão rural
postado em 16/04/2008

Finalmente vamos ter adidos agricolas credenciados nas embaixadas brasileiras, mas a escolha de paises tem que ser melhor estudada.

Rotterdam, na Holanda, por exemplo é um porto principal de entrada do continente e a ausencia de UK não dá para entender.

A sede do FAO é em Roma.

Brasil tem que mudar o seu pensamento sobre a representação lá fora e transformar as embaixadas em centros de inteligencia e apoio em vez de considerar as embaixadas apenas um centro de custos e onus necessario para o país.

Tambem podemos cobrar muito mais a agilidade e eficiencia nos assuntos estratégicos para o Brasil.

Frederico Fick

Oslo - Oslo - Noruega - Trader
postado em 16/04/2008

Finalmente!

Francisco Benjamim Carvalho Filho

Salvador - Bahia - Consultoria/extensão rural
postado em 16/04/2008

Gostaria de saber porque os zootecnistas não poderão ocupar os cargos de adido? E se a representação oficial destes profissionais, o concelho (CRMV), nada vai fazer para incluir o Zootecnista como candidato.
Afinal, neste ramo de análise e estratégias de mercado os Zootecnistas estão se saindo muito bem.

Carlos Marcelo Saviani

Madison - Wisconsin - Estados Unidos - Diretor Global de Marketing na Genus ABS
postado em 16/04/2008

Qual o motivo do governo pleitiar para estas posições apenas veterinários e agronomos? Por que não zootecnistas por exemplo? Vou mais longe, por que não marketeiros? Me parecem muito mais posições de marketing do que técnicas.

Pietro Carneiro Junior

Recife - Pernambuco - Produção de gado de corte
postado em 21/04/2008

Concordo plenamente com o sr Carlos Marcelo Savianni, e porque tambem não administrador com especialização em mercado exterior?

Vania Maria Batista

Campo Grande - Mato Grosso do Sul - Consultoria/extensão rural
postado em 23/04/2008

Acho justo o governo não pleitear esta responsabilidade para outros técnicos que não são da área, pois precisamos de credibilidade! Vamos começar certo desta vez.

Luiz Fernando Azambuja Jr.

Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Indústria de insumos para a produção
postado em 01/05/2008

Finalmente coisa nenhuma, o salario do cara vai ser bem alto, sairá todo fim de mês em Euro. Será que ele irá trabalhar? Pelo sim e pelo não, o salário sairá sempre, agora se colocar um cara comissionado, aí sairá!

Os caras do governo são um acomodados, por isso!

Quer receber os próximos comentários desse artigo em seu e-mail?

Receber os próximos comentários em meu e-mail

Envie seu comentário:

3000 caracteres restantes


Enviar comentário
Todos os comentários são moderados pela equipe FarmPoint, e as opiniões aqui expressas são de responsabilidade exclusiva dos leitores. Contamos com sua colaboração. Obrigado.

Copyright © 2000 - 2020 AgriPoint - Serviços de Informação para o Agronegócio. - Todos os direitos reservados

O conteúdo deste site não pode ser copiado, reproduzido ou transmitido sem o consentimento expresso da AgriPoint.

Consulte nossa Política de privacidade