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Criadores começam a 'descobrir' cães de pastoreio

postado em 29/09/2006

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Comum nos EUA e Europa, o uso de cães de pastoreio é incipiente no Brasil, mas atualmente vem crescendo. Os animais melhoram as condições de trabalho nas fazendas, mas não substituem o peão, segundo os especialistas.

"Uma pessoa com um cachorro pode fazer o trabalho de quatro peões montados", exemplificou o treinador Edvaldo Sérgio Ressurreição, de Piacatu (SP). No caso de rebanhos de ovinos, um condutor com dois cães consegue trabalhar até 700 ovelhas.

De acordo com notícia de Niza Souza para o Suplemento Agrícola do O Estado de S. Paulo, a principal raça criada para este fim é o Border Collie, embora haja outras raças de pastoreio, cada qual com características e aptidões próprias.

Conforme o criador e treinador paulista Marcelo Chrysostomo, para usar um cão no trabalho de campo é preciso ter muita atenção na hora de comprá-lo. "Deve ser de boa linhagem. Por isso, a genética é importante. A dica é comprar de um bom criador", informou.

O treinamento de um cão de pastoreio demora, em média, cinco meses. A partir dos quatro meses de vida, é possível saber se o animal tem aptidão ou não para o trabalho. O teste é simples. "Você solta o cão no meio do rebanho e observa a reação dele. O instinto natural é cercar os animais e trazê-los para o dono", disse Érika.

A aptidão das fêmeas normalmente desperta mais rápido e por volta de oito meses já estão trabalhando. Os machos costumam demorar um pouco mais, começando por volta de um ano.

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