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Defesa agropecuária: executivo sai e fiscal irá comandar o Dipoa

postado em 08/10/2013

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A exoneração do médico veterinário Flávio Braile Turquino do comando do Departamento de Inspeção dos Produtos de Origem Animal (Dipoa), nome que vinha encontrando resistência por parte dos fiscais federais agropecuários, foi publicada na edição desta segunda-feira, 07, do Diário Oficial da União. O ministro da Agricultura, Antônio Andrade, descartou que a saída do executivo do setor privado da direção do Dipoa seja resultado das pressões do Sindicato Nacional dos Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical).

Andrade afirmou que Flávio Turquino deixou o cargo a pedido por ter recebido uma proposta do setor privado, onde ganharia mais do que trabalhando no governo federal. Para substituir o executivo o ministro escolheu um profissional do quadro de carreira da Defesa agropecuária. Andrade disse que o nome do fiscal federal agropecuário José Nilton Botelho Ribeiro para dirigir o Dipoa foi encaminhado há duas semanas para a Casa Civil da Presidência da República e a nomeação deve ser publicada nos próximos dias.

Andrade afirmou que o advogado Rodrigo Figueiredo, cuja nomeação também é contestada pela Anffa Sindical, continua como secretário de Defesa Agropecuária. O ministro destaca a experiência de Figueiredo, um ex-funcionário do Banco do Brasil que já foi secretário executivo do Ministério das Cidades e assessor no Ministério da Agricultura. Os fiscais continuam protestando contra a indicação de pessoas estranhas ao quadro, mas o ministro diz que não há o que negociar com a categoria, argumentando que os pleitos são de 2012 e estão sendo atendidos, como a questão da meritocracia, realização de concurso público.

Em relação aos corte no orçamento da Defesa Agropecuária, Antônio Andrade disse que existem limitações no pagamento de diárias, mas os recursos estão sendo liberados na 'medida do possível'. Ele afirmou que a suspensão dos repasses aos serviços estaduais de Defesa Agropecuária já vinha ocorrendo desde ano passado, na gestão do então ministro Mendes Ribeiro Filho (PMDB/RS), por falta de recursos no orçamento. Andrade disse que uma das alternativas estudadas é a liberação de recursos de emendas para retomada dos contratos com os Estados. 

As informações são da Agência Estado.

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