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Embrapa capacita técnicos para atuarem no Programa Rota do Cordeiro

postado em 24/02/2014

2 comentários
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A Embrapa vai promover, de 24 a 27 de fevereiro, uma capacitação para a primeira equipe de agentes de inovação do Programa Rota do Cordeiro. O tema abordado será “Diagnóstico, intervenção na propriedade e manejo da fase de cria de caprinos e ovinos de corte”.

A capacitação faz parte do processo seletivo dos profissionais que irão prestar assistência técnica aos produtores integrantes do Programa. A seleção, que está sendo realizada por uma empresa contratada, teve início no último dia 11 de fevereiro, com uma apresentação da Rota do Cordeiro aos interessados, no município de Tauá (CE). Na ocasião, foram escolhidos 20 técnicos em agropecuária e agronegócio e seis profissionais de nível superior com formação em Agronomia, Zootecnia e Medicina Veterinária. A cada módulo realizado, os candidatos serão avaliados e, ao final, serão selecionados oito técnicos, três profissionais de nível superior mais cadastro de reserva.

A capacitação será ministrada na Embrapa Caprinos e Ovinos por profissionais da Unidade e técnico do Senar da Bahia. Na programação serão discutidos temas como mercado e cadeia produtiva de carne ovina e caprina; apresentação do projeto Agetec/Capricorte; diagnóstico e intervenção na propriedade; orçamentação forrageira; boas práticas de manejo alimentar, sanitário e reprodutivo; metodologia participativa para utilização dos recursos genéticos; além de visitas técnicas aos campos experimentais da Embrapa e a uma propriedade rural.

Programa Rota do Cordeiro

A Rota do Cordeiro faz parte do programa Rotas de Integração, do Ministério da Integração Nacional, que conta com tecnologias da Embrapa e será executado pelos governos estaduais. Além do Ceará, deve ser implantado em Pernambuco, Rio Grande do Norte, Bahia, Piauí e Paraíba.

O Programa prevê a instalação Unidades Técnicas de Referência (UTRs), onde haverá sistemas integrados de produção de cordeiros para abate, localizados no semiárido brasileiro em regiões tradicionalmente produtoras de ovinos, mas que apresentam baixos índices sociais e grande incidência de extrema pobreza.

Cada UTR contará com centro de inteligência (para realização de diagnóstico de mercado, monitoramento do setor e análise de tendências para subsidiar tomadas de decisão); núcleo de melhoramento genético (destinado à formação de rebanhos multiplicadores melhorados); vitrine tecnológica (constituídas por tecnologias de convivência com o semiárido) e central de terminação (destinada à padronização da produção com vistas à inserção em mercado específicos).

Espera-se que com esse Programa cerca de 720 famílias sejam beneficiadas, além de técnicos e produtores que serão capacitados continuamente.

As informações são da Embrapa Caprinos e Ovinos, adaptadas pela Equipe FarmPoint.
 

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Comentários

edgard

Mossoró - Rio Grande do Norte - Produção de caprinos de corte
postado em 06/03/2014

Aonde consigo informações do programa no estado do rio grande do norte?

josé Carlos Rodrigues da Luz

Serra Talhada - Pernambuco - Consultoria/extensão rural
postado em 23/10/2014

Olá Senhores! Sou Técnico em Zootecnia, formado em turma de 2010 pelo Centro Tecnológico do Pajeú, em Serra Talhada- Instituição Administrada pelo ITEP, desejo saber se posso ter a oportunidade de participar deste evento de capacitação técnica, a nível profissional e  fazer parte de processo seletivo  futuro?.  Declaro que sou portador da carteira  de Registro Profissional no CONFEA- CREA-PE . Tenho buscado  participar de eventos ligados à  caprinovinocultura  em exposições e feiras , bem como conhecer as técnicas de melhor aproveitamento de suporte forrageiro  oferecido pelo bioma caatinga, através  de uso de técnicas de raleamento, seu manejo  e inserção de leguminosas  no trato alimentar como: leucena, guandu, maniçoba e retos de culturas; seguido de boas práticas de higiene alimentar e sanitário com melhoramento genético mediante utilização de raças promissoras como  o Bode Boer cruzado com cabras Anglo Nubianas(preferencialmente), Moxotó, Angorá, bem demais nativas  adaptáveis a região e que demonstrem boas características de futuro econômico. Na  ovinocultura podemos usar carneiros da raça Dorper com ovelhas Santa Inês para produzir borregos  que venham atingir  entre 15/25 kgs de carne  no abate com até  6 meses de vida. Recentemente tomei conhecimento de uma nova raça que vem sendo desenvolvida  no Rio Grande do Norte chamada SOING que é o resultado do Somalis cruzado com uma nova raça desenvolvida na região (sem registro) chamada  Ingazeira  e que vem sendo muito bem aceita pelos criadores da região. Meu e-mail : josejcluz@hotmail.com ; 041-87-99683196-tim .Grato , no aguardo de boas novas. Abraço.

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