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Florestas do planeta ganham um protetor online

postado em 21/02/2014

1 comentário
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Um novo sistema online de monitoramento tornará possível checar rapidamente a condição de florestas em todo o mundo, em lugares que anteriormente não dispunham de fiscalização, potencialmente elevando a pressão sobre governos para reduzir o desmatamento.

O norte-americano World Resources Institute (WRI) abriu para acesso público na quinta-feira a nova ferramenta, chamada Global Forest Watch, que foi desenvolvida em uma parceria com mais de 40 instituições, com a ajuda de técnicos do Google. O sistema promete ampliar de forma significativa a possibilidade de monitorar áreas vulneráveis a desmatamento, como o Sudeste Asiático, a África e a Amazônia.

"Pela primeira vez nós unimos em um só lugar poderosos dados de satélite analisados de uma forma que seja fácil de entender", disse Nigel Sizer, diretor do WRI.



O sistema usa dados de alta resolução retirados de meio bilhão de imagens de satélites tipo Landsat para medir variações na cobertura vegetal da Terra. Ele também conta com um sistema de alerta mensal de desmatamento. "Com exceção do Brasil, nenhum país com floresta tropical conseguiu até agora montar um sistema de informação sobre o estado de suas florestas", disse Rebecca Moore, gerente de engenharia do Google Earth Outreach e Earth Engine.

"Agora será possível ter atualizações quase em tempo real do estado das florestas mundiais, abertas para qualquer um ver", afirma. Rebecca disse que a experiência do Brasil no monitoramento da Amazônia foi importante no processo de construção do novo sistema. Também foi fundamental a abertura do arquivo de imagens Landsat feita pelo USGS, o serviço geológico dos EUA.

A matéria é da Exame, adaptada pela Equipe AgriPoint.
 

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Comentários

Nivaldo Alvess Teixeira

Campo Belo - Minas Gerais - Revenda de produtos agropecuários
postado em 24/02/2014

A despeito da disponibilidade dos métodos de controle,(se existem mesmo) o Brasil continua "varrendo" de seu mapa as florestas, desequilibrando as emissões de umidade que nos proporciona as chuvas aqui na região sudeste; há que utilizar meios eficazes, contundentes (forças armadas, força nacional de segurança) e uma fiscalização mais rigorosa sobre nossos índios que aculturados liberam "suas" áreas para madeireiros que sem ou com noção das consequências continuam impunimente suas ações; e se eles continuam a desmatar, quem são os receptadores da madeira?! Também ai é preciso uma agenda e vontade política. Veremos se após esse apagão que ronda nosso pais por causa da baixa de nossos reservatórios e novos meios de controle, possamos EFETIVAMENTE dar um basta na derrubada das nossas florestas.

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