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Gaúchos buscam afinamento de lã dos ovinos

postado em 24/09/2007

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Com o foco na produção de ovinos para corte, a produção de lã no Rio Grande do Sul registrou queda de qualidade. A falta de animais com aptidão para lã resultou em fios cada vez mais grossos. Agora, a valorização de lãs finas está fazendo com que os ovinocultores gaúchos voltem as atenções para uma antiga tradição dos pampas.

Segundo reportagem do Correio do Povo/RS, o engrossamento do produto não é exclusividade gaúcha. No Uruguai, aconteceu o mesmo, segundo o diretor da Divisão de Tops da Paramount Têxteis, Claudio Bortolini, uma das empresas incentivadoras da ovinocultura de lã no RS. Ele informou que, entre as décadas de 80 e 90, a lã de um ovino corriedale tinha, em média, 27 micras. Hoje, pode chegar a 30 micras.

Com o Programa de Melhoramento Genético da Ovinocultura de Lã, instituído no RS em 2004, a Paramount pretende auxiliar no afinamento. O programa prevê o uso de alta genética nos cruzamentos e a meta é aumentar um quilo por velo em cinco anos, além de obter mechas maiores. O uso de animais de raça ainda resulta em melhor coloração e exemplares mais resistentes a doenças.

Como parte do programa, a empresa dará início ao projeto Merino Fino do Brasil, a exemplo do que é feito no Uruguai. O país vizinho já produz mais de 1 milhão de quilos por ano de lã abaixo de 20 micras. O uso de genética propiciou a colheita de lãs de 15,1 micras. "O afinamento deve ser buscado com o uso de reprodutores e não com redução de alimentação", destacou.

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