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Homero Pereira propõe verba fixa para defesa sanitária

postado em 17/05/2007

2 comentários
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Para evitar contingenciamentos e demora no repasse de verbas federais, o deputado federal Homero Pereira (PR/MT) propôs à bancada rural uma articulação conjunta para que os recursos destinados à saúde animal e vegetal tenham um percentual fixo e sejam vinculados ao Orçamento da União.

"Da mesma forma como existe verba vinculada para a Saúde Pública e a Educação, a Defesa Animal e Vegetal também precisa ter seu recurso e destinação garantidos, pois trata-se de uma questão de segurança alimentar nacional", defendeu ontem, em audiência pública na Comissão da Agricultura e Pecuária da Câmara Federal.

Segundo ele, o orçamento obrigatório iria garantir as ações de sanidade, reduzir riscos em função de barreiras fitossanitárias e empecilho à competitividade brasileira.

A proposta tem total apoio do presidente do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea-MT), Décio Coutinho. "Com um recurso definido, o gestor teria mais clareza dos investimentos, poderia planejar os trabalhos e priorizar suas demandas. Essa discussão tem que ser estendida também em nível estadual", observou. As informações são da assessoria de comunicação do deputado Homero Pereira.

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Comentários

Verônica Silvério

Rondonópolis - Mato Grosso - Frigoríficos
postado em 21/05/2007

As atitudes do Sr. Homero em prol dos pecuaristas e agricultores o fazem destacar neste estado (MT), como um grande defensor e porta-voz desta classe.

É uma grande idéia o repasse de verba fixa pelo governo, isso iria garantir a defesa sanitária animal e vegetal, além de dar uma visão por parte de nossos compradores que o governo brasileiro se preocupa e dá a devida atenção aos produtores rurais. Creio eu que se concretizado este projeto, ele agregará valores aos nossos produtos. Vamos torcer para ser aprovado!

Gustavo Chama Queiroz

Pontes e Lacerda - Mato Grosso - Produção de gado de corte
postado em 22/05/2007

O repasse se concretizado terá um forte impacto na defesa sanitária animal e vegetal, mas a questão será :Como o produtor terá lucro na atividade?

O problema continua sendo de logística, pois a distância do estado do MT dos centros consumidores e portos exportadores derrubam os preços pagos aqui. Outro fato é a diferença que os frigoríficos exportadores recebem lá fora e não repassam na @ do boi matogrossense.

Quem ganha na dita cadeia produtiva?? Os produtores, há esse não!

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