Importações de carne ovina da UE são afetadas pelas menores ofertas

postado em 01/07/2011

 

As importações de carne ovina da União Europeia (UE) durante os 10 meses até abril caíram 15% com relação ao ano anterior, para 139.321 toneladas, com um aumento de 19% nos preços médios de importação, para US$ 7.986 por tonelada.

Este fato ocorreu principalmente devido uma queda de 18% nos envios da Nova Zelândia, para 112.854 toneladas, com a produção restrita neozelandesa impactando nos envios para vários mercados. Refletindo o declínio, a participação da Nova Zelândia no mercado de carne ovina importada da UE caiu para 81%, de 84% em 2009-10.

Os menores volumes da maioria dos outros fornecedores, combinados com uma maior competição de outros mercados, também contribuíram para uma queda geral nas importações. As importações do Chile caíram 19% com relação ao ano anterior, para 3.082 toneladas, enquanto os envios da Argentina caíram 30%, para 2.422 toneladas. As ofertas de carne de cordeiro do Uruguai caíram 10% com relação ao ano anterior, para 2.327 toneladas.

Em contraste, as importações de carne de cordeiro da Austrália durante o período aumentaram 9%, para 14.218 toneladas - parcialmente compensando o declínio de outros fornecedores da UE. Apesar da contínua escassa oferta de carne de cordeiro na Austrália e na redução na produção de carne de carneiro, os exportadores foram capazes de fornecer maiores quantidades para o mercado europeu em 2010-11. Entretanto, os recentes aumentos vieram de um período muito baixo de exportação em 2009-10.

A reportagem é do Meat and Livestock Australia (MLA), traduzida e adaptada pela Equipe FarmPoint.

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