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Kátia Abreu é reeleita presidente da CNA

postado em 16/10/2014

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A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) foi reeleita nesta quarta-feira (15) presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e segue para seu terceiro mandato, por mais três anos. Ela está à frente da instituição desde 2008.

Dos 27 representantes das Federações estaduais de Agricultura e Pecuária que compõem o Conselho de Representantes da entidade, 22 participaram da eleição na sede da CNA, em Brasília. Kátia Abreu obteve o apoio de 21 dos 22 participantes da eleição, e um votou em branco.

A primeira vice-presidência seguirá nas mãos do atual presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (FAEB), João Martins da Silva Júnior. Todos os membros da chapa eleita participam, igualmente, de diretorias das federações de seus estados. O novo vice-presidente executivo é Roberto Simões (MG), o vice-presidente secretário é José Zeferino Pedrozo (SC) e o vice-presidente de finanças, Eduardo Riedel (MS). Os cinco vice-presidentes diretores são José Mário Schreiner (GO), Carlos Sperotto (RS), Júlio Rocha Júnior (ES), Assuero Veronez (AC) e Mário Borba (PB).

Também foram eleitos os três titulares do Conselho Fiscal – Álvaro Almeida (AL), Raimundo Coelho de Sousa (MA) e Renato Simplício (DF). Para as três suplências foram escalados José Vieira (RN), Luiz Iraçu Colares (AP) e Eduardo Sobral (SE).

A eleição havia sido marcada inicialmente para a última terça (14), mas uma liminar concedida na última sexta-feira (10) pela Justiça do Trabalho suspendeu o processo. Entretanto, a CNA conseguiu reverter a decisão judicial e manteve a eleição.

A liminar foi movida pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Paraná (Faep), uma das três entidades, além da Famato (Mato Grosso) e Faesp (São Paulo), que vêm nutrindo insatisfações quanto à gestão de Kátia.

Nessa ação, a Faep questionava que a presidente Kátia não poderia se candidatar novamente, uma vez que não é mais proprietária rural, logo não é também empregadora rural, como manda a legislação trabalhista. Alegava ainda que o presidente interino da CNA, José Martins, novamente candidato a primeiro vice-presidente, conduziu o processo eleitoral mesmo sendo um dos integrantes da chapa única encabeçada pela presidente licenciada.

A CNA reapresentou as documentações e provou, junto à Justiça, que o seu estatuto permite que o próprio presidente conduza a eleição. Entretanto, Henrique Arake, advogado da Faep, já entrou com recurso no mesmo Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região, em Brasília, reafirmando os mesmos argumentos para, desta vez, anular a eleição da nova diretoria da CNA.

A notícia é da Equipe AgriPoint, com informações da CNA e do Valor econômico.
 

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