Fechar
Receba nossa newsletter

É só se cadastrar! Você recebe em primeira mão os links para todo o conteúdo publicado, além de outras novidades, diretamente em seu e-mail. E é de graça.

Lideranças rurais pedem prioridade a seguro rural na política agrícola

postado em 28/02/2014

Comente!!!
Aumentar tamanho do texto Diminuir tamanho do texto Imprimir conteúdo da página

 

Lideranças do setor rural querem que o governo estabeleça como prioridade o seguro rural na política agrícola do País, diante das adversidades climáticas observadas neste início de ano (seca em São Paulo e no Paraná e excesso de chuvas em Mato Grosso).

Para o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), Fábio Meirelles, o modelo atual de política agrícola baseado no crédito rural está superado. 'O novo paradigma deve ser o do seguro rural, com destaque para o seguro de receita, que permite a mitigação tanto do risco climático quanto do risco de preços', disse Meirelles, durante encontro ontem com os presidentes das Federações de Agricultura do Paraná e de Mato Grosso, em São Paulo (SP).

Conforme Meirelles, o seguro rural, por meio do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural, padece da falta de estrutura técnica no Ministério da Agricultura e apoio financeiro. Ele salientou, por meio de comunicado, que o Fundo de Catástrofe, instituído em 2010, até hoje não foi regulamentado.

O presidente do Sistema Famato, Rui Carlos Ottoni Prado, disse que em Mato Grosso, maior Estado produtor de soja, as perdas já chegam a 500 mil toneladas, o que corresponde, em valores nominais, a R$ 500 milhões. Em relação ao milho da segunda safra, cujo plantio normalmente corresponde a 3,2 milhões de hectares, até agora só foram plantados 1,9 milhão de hectares. 'Ou seja, não conseguimos colher a soja e nem plantar o milho', lamentou.

As perdas de produção provocadas pela estiagem e altas temperaturas nas lavouras de soja do Paraná ultrapassam 2 milhões de toneladas, segundo o presidentes da Federação da Agricultura do Estado de Paraná, Ágide Meneguette. No caso do milho, o prejuízo alcança 100 mil toneladas. O prejuízo financeiro aos produtores está sendo avaliado em R$ 42,5 milhões. 

As informações são da Agência Estado.

Avalie esse conteúdo: (e seja o primeiro a avaliar!)

Envie seu comentário:

3000 caracteres restantes


Enviar comentário
Todos os comentários são moderados pela equipe FarmPoint, e as opiniões aqui expressas são de responsabilidade exclusiva dos leitores. Contamos com sua colaboração. Obrigado.

Quer receber os próximos comentários desse artigo em seu e-mail?

Receber os próximos comentários em meu e-mail

Copyright © 2000 - 2019 AgriPoint - Serviços de Informação para o Agronegócio. - Todos os direitos reservados

O conteúdo deste site não pode ser copiado, reproduzido ou transmitido sem o consentimento expresso da AgriPoint.

Consulte nossa Política de privacidade