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Mapa: perfil das exportações do agronegócio brasileiro

postado em 15/08/2008

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O crescimento das exportações do agronegócio nos últimos anos está concentrado nos quatro principais produtos da balança comercial do setor. Segundo um estudo divulgado ontem pelo Ministério da Agricultura (Mapa), entre 2000 e 2006 os setores que mais contribuíram para o crescimento das exportações do agronegócio foram carnes (23,2% do aumento absoluto das exportações), sucroalcooleiro (22,7%), complexo soja (17,7%) e produtos florestais (12%). O estudo mostra que os quatro setores juntos foram responsáveis por 75% do incremento absoluto das exportações do agronegócio no período analisado.

O estudo destaca o aumento significativo da participação dos países em desenvolvimento nas exportações brasileiras de produtos do agronegócio. O crescimento anual médio das exportações do agronegócio para este grupo de países foi de 23,1%, enquanto para grupo de países desenvolvidos essa taxa foi de 10,8%. A China, isoladamente, contribuiu com metade da alta na participação dos países em desenvolvimento, passando de 3,7% para 8%, entre 2001 e 2007.

Os países do Oriente Médio e da África expandiram a participação em 1,8 pontos percentuais, enquanto que a Rússia aumentou em 1,2. Nos últimos quatro anos, a Venezuela registrou um intenso crescimento. Em 2006, ocupava a 12ª posição no ranking dos maiores mercados para os produtos do agronegócio brasileiro e no ano passado ficou em 9º lugar.

O secretário de Relações Internacionais do Agronegócio, Célio Porto, do Ministério da Agricultura, avaliou que apesar do bom desempenho do agronegócio nos últimos anos é preciso corrigir os problemas que prejudicam o setor. Entre essas dificuldades, ele citou a falta de infra-estrutura e a dependência externa por fertilizantes.

Ainda sobre o comércio internacional do agronegócio, outro destaque é o setor de lácteos, vendas que renderam US$ 290,997 milhões no acumulado do ano até julho, crescimento de 169,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. "O setor de lácteos deve ter nos próximos anos um salto como o verificado nas carnes", afirmou Porto.

O secretário também lembrou que uma diversificação da pauta de exportações, o que é bom para o País. As vendas de produtos florestais (celulose, papel e madeira), por exemplo, devem render US$ 10 bilhões. Ele contou ainda que alguns empresários procuraram o governo para avaliar a possibilidade de exportação ração animal. "Se somos exportadores de milho, farelo de soja, por que não exportar ração?", disse.

As informações são da Agência Estado e do Mapa.

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