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Negócios com terras perdem vigor no país

postado em 28/01/2014

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Negócios com terras perdem vigor no país

Segundo matéria do Valor Econômico, o ano de 2013 foi um período difícil para negociações de terras aqui no Brasil. Apesar do país ser visto como um dos que têm as melhores oportunidades de investimento nessa área, no ano passado, os altos preços das fazendas, as restrições à compra desses ativos por estrangeiros e o desaquecimento da economia global prejudicaram o vigor o mercado. Assim, os preços do hectare subiram, porém, a taxas mais modestas.

Diante do menor volume de negócios, a alta nos preços das terras no Brasil arrefeceu em 2013 em algumas regiões, como no Oeste da Bahia e nas regiões canavieiras de São Paulo, o que para o diretor técnico da Informa Economics FNP, José Vicente Ferraz, deve resultar um ano de poucos negócios no segmento empresarial. Contudo, ele diz que o mercado de áreas menores, de negócios realizados por produtores rurais independentes, continua movimentado, diz ele, principalmente em regiões onde a ocupação agrícola é mais consolidada.

Em 2013, grandes empresas que detêm e operam terras agrícolas no país colocaram em negociação a venda parcial ou total de seus ativos. Uma delas foi a Agrinvest Brasil, a qual negociou ações da empresa, além de contratar assessoria para levantar recursos para expandir o cultivo no Mato Grosso e Maranhão. No MT, segundo Roberto Martins, presidente da empresa, os preços elevados das áreas agrícolas estão limitando o nível de retorno dos investidores.

Segundo o Valor, Martins considera que o maior entrave para fechar negócio foi o preço oferecido pelos interessados e a restrição de compra de terras por estrangeiros. “É esse tipo de investidor que enxergaria o valor de uma empresa como a nossa, com governança", argumenta o executivo.

A NAI Commercial Properties, empresa americana que opera no ramo imobiliário no Brasil, informou que o ritmo de negócios recuou 30% em 2013, caindo de 40 negócios em 2012 para apenas 28 operações no ano passado.

Empresas como a Sollus Capital e Kobra Agrícola também tiveram grande dificuldade em vender terras a um preço compatível com o retorno esperado pelos acionistas.

A situação não foi mais fácil para quem estava do lado comprador, informou o Valor. Com as cotações ainda firmes da soja - usadas como referência para os preços das terras, mesmo com capital para investir, empresas não conseguiram fazer bons negócios no Brasil.

As informações são do Valor Econômico, resumidas e adaptadas pela Equipe AgriPoint.

Acesse o link para ler a matéria na íntegra: 
http://www.valor.com.br/agro/3409390/negocios-com-terras-perdem-vigor-no-pais#ixzz2rgtqhlZP
 

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Comentários

jarbas manoel pedro

Vinhedo - São Paulo - Consultoria/extensão rural
postado em 20/02/2014

Estou  em  busca  de  Fazenda em  São Carlos  a  uma  base  de  R$ 55.000,00   o alqueire.
Tenho  visto  de  perto  o  valor  do  alqueire e  algumas regiões ,subiu  muito.
Sr.Jarbas Pedro
Consultor  de  Novos  Negocios.

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