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Nordeste: caprinos apresentam diferenciação genética

postado em 21/07/2008

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Raças de caprinos conhecidas como nativas, que se destacam pela fácil convivência como o semi-árido e a prolificidade, estão em risco de desaparecimento, pois com o desenvolvimento regional desse segmento ocasionou a importação de recursos genéticos diferenciados.

Um processo de monitoramento da biodiversidade agropecuária no mundo foi iniciado por grupos de pesquisas da FAO (Food and Agriculture Organization of the United Nations). A iniciativa visa conservar a diversidade presente nos animais e manter a flexibilidade para atender eventuais mudanças de demanda do mercado e adaptações às mudanças climáticas e doenças.

A Embrapa Meio Norte juntamente com a Embrapa Caprinos realiza pesquisa que destaca as potencialidades dos recursos genéticos representados pelos caprinos do Nordeste.

Através da análise de DNA, com a utilização de marcadores de microssatélites, é possível caracterizar geneticamente os diversos grupos de caprinos e conhecer a diversidade genética guardada nos núcleos de conservação de algumas unidades de pesquisa da Embrapa.

Foram analisadas amostras de animas de cada grupo: Marota, Azul, Moxotó e Canindé de rebanhos de conservação da Embrapa, localizados no Piauí e no Ceará. Os resultados confirmaram uma diferenciação genética entre os grupos genéticos estudados. Diferenças visíveis na pelagem, tamanho, orelha, entre outros, estão acompanhadas de diferenciações moleculares.

A pesquisa espera iniciar um trabalho de seleção desses grupos genéticos locais em risco de desaparecimento, visando aumentar a produtividade dos animais em um nível que não prejudique a convivência dos caprinos na caatinga, respeitando a singularidade sócio-ambiental rural do semi-árido.

As informações são da Embrapa adaptadas pelo site Leite&Negócios.

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