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OIE estudará impacto da carne em mudanças climáticas

postado em 08/01/2010

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A Organização Mundial para Saúde Animal (OIE, na sigla em inglês) estudará o impacto da produção de carnes nas mudanças climáticas, em meio ao debate sobre a contribuição da pecuária para as emissões de gases-estufa, disse o órgão nesta quinta-feira.

A iniciativa, que será a primeira da OIE sobre uma questão ambiental, ocorre após pedidos de seus países-membros para que o órgão estudasse o assunto que gerou pedidos para um consumo menor de carne.

Estima-se que a produção de carne responda por 18% de todas as emissões de gases-estufa, de acordo com a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação, e alguns cientistas citaram o consumo menor do produto como uma maneira de combater as mudanças climáticas. Uma campanha liderada pelo ex-Beatle Paul McCartney pedindo que as pessoas não comam carne um dia da semana também atraiu atenção ao tema.

Mas o diretor-geral da OIE, Bernard Vallat, alertou contra simplificar o assunto. "É uma questão que precisa ser estudada com muita distância", afirmou em coletiva de imprensa. "Queremos fazer uma contribuição modesta e independente".

Vallat disse também que as pessoas precisam estar conscientes de que as criações também geram leite e ovos assim como carne e que, então, não poderão ser sacrificadas em uma época de crescente demanda por proteína animal. "Não há ainda um modelo científico que pode provar que nosso planeta possa seguir sem leite, ovos ou carne."

O estudo provavelmente recomendará novas pesquisas para encontrar formas de limitar os efeitos diretos da pecuária no ambiente, como emissões de metano, afirmou.

As informações são do Estado Online, resumidas e adaptadas pela Equipe AgriPoint.

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Comentários

Artenis Jardel de Sousa Cruz

Janaúba - Minas Gerais - Estudante
postado em 09/01/2010

O que acho muito interessante é que ainda não foi comprovado cientificamente que esta havendo realmente um aquecimento global e o mundo já toma isso como uma realidade absoluta. Muito disso devemos a nossa "bela" midia que só coloca no ar noticias que vendem e não se importam com sua veracidade. Não sou eu quem estou questionando a veracidade do aquecimento global temos no Brasil mesmo pesquisadores como o Doutor Luiz Carlos Molion que afirma não estar ocorrendo um aquecimento global e sim que estamos entrando em uma nova glaciação. Sendo que este mesmo pesquisador questiona tambem as metodologias utilizadas para comprovar o "aquecimento global", sendo que os modelos que segundo os defensores do aquecimento global e que é a principalmente ferramenta utilizada para determinar as catastrofes futuras decorrentes do aumento dos gases estufas, não conseguiram demonstrar o passado climático do nosso planeta. Antes de acreditar em tudo que é divulgado pela grande midia devemos estar muito bem informados. Acho que as formas de controlar a emissão de CO2, proposta pelos paises desenvolvidos e pelas ONGs (que são de origem desses mesmos paises) nada mais é que uma forma de continuarem a controlar a economia mundial. Querem uma forma eficiente de reduzir a emissão de CO2? Obriguem os paises desenvolvidos replantar as florestas que eles desmataram em seus territorios e tambem de utilizarem fontes energeticas menos poluentes (como o alcool, dentre outras), alem de obrigarem suas grandes industrias a serem mais eficientes energeticamente falando. Que precisamos cuidar do meio ambiente nós sabemos, mas parar de crescer e deixar faltar alimento para manter apenas florestas em pé sem estudos idoneos isso não precisamos.

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