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Ovinocultura para pecuaristas familiares é tema de seminários

postado em 03/09/2013

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Pinheiro Machado e Lavras do Sul foram sede para seminários que conscientizaram pecuaristas familiares a investirem na melhoria da produção ovina. Promovidos pela Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag-RS), os eventos discutiram aspectos como genética, sanidade, infraestrutura, nutrição, lã e carne.

A ovinocultura tem uma grande importância dentro do contexto da pecuária familiar, já que é mais uma alternativa de renda para as pequenas propriedades e, consequentemente, incentiva a permanência do produtor no campo. “Comprometemos-nos com a atividade porque acreditamos que além de mercado, existem novas oportunidades para o setor, reflexo também das políticas públicas estabelecidas pelo governo, como o programa Mais Ovinos no Campo e ações com recursos do Fundovinos”, salientou o 2º vice-presidente da Fetag, Nelson Wild.

Entre os temas abordados, destacaram-se o novo Código Florestal, adequação de normas da previdência social para os pecuaristas familiares e práticas de comercialização. “Precisamos organizar o processo de venda, tanto da lã quanto da carne, obtendo melhor preço e empregando medidas que possibilitem atender mercados como frigoríficos e consumidores”, completou Wild.

Representantes do governo do Estado, Secretaria da Agricultura, Secretaria do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, Emater, cooperativas, produtores, sindicatos rurais e a própria Fetag estiveram presentes e novos seminários do mesmo porte, em outros municípios, já foram agendados até o final do ano.

As informações são do Jornal Tradição, adaptadas pela Equipe FarmPoint.
 

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Comentários

josé Carlos Rodrigues da Luz

Serra Talhada - Pernambuco - Consultoria/extensão rural
postado em 04/09/2013

Olá senhores leitores!
Desde o ano de 2000 o Governo Federal Determinou aos Governos de Estados da Federação , através de leis e Decretos, para que cada  um desenvolvesse os seus próprios municípios (desenvolvimento regional na área de agricultura familiar ) com o fim específico de transforma-los em auto sustentáveis. Como podemos observar alguns Estados já estão bem adiantados neste processo, e outros nem aí . Ao meu  ver  é a grande saída para os gestores municipais em fortalecer as suas economias através dos homens do campo rural (guerreiros incansáveis  que merecem o respeito, à saúde, à dedicação de serem acompanhados com assistência técnica agropecuária e creditícia, armazenamento e escoamento de sua produção para melhor comercialização) Considerado setor Primário no campo da Ciência Econômica, este, é responsável pela produção inicial de tudo aquilo que usamos em nossas necessidades básicas após serem industrializados. Entretanto, os bons resultados objetivados pelos governantes só serão alcançadas quando os pequenos agricultores familiares tiverem a sã consciência de quê isto deverá partir do querer dêles próprios, cabendo ao governo  assessorá-los  em todo tipo de apoio : Social, técnico, e financeiro para que o resulto seja verdadeiramente sustentável. Devemos entender que os grades produtores (Agronegócio) produzem para ser exportado e recebendo grandes lucros a qualquer custo ; enquanto os pequenos agricultores  são responsabilizados pelo governo  pela produção do seu próprio alimento e o excedente para abastecimento do mercado interno consumidor com o mínimo de assessoramento e baixíssima remuneração de seu trabalho e de sua família,  Este é o grande gargalo a ser quebrado pela grande  massa dos pequenos ,através de associações, não para receber projetos de verbas fantasmas, e sim de acompanhamento constante e também sustentável por parte dos governantes e instituições. Abraços  JcLuz 04.09.2013

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