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Plantio direto garante redução nos custos da agricultura

postado em 18/04/2013

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O plantio direto – sistema que dispensa o revolvimento do solo e evita erosão com semeadura direta na palha sob o solo – está em pleno crescimento no Brasil, garantindo a redução nos custos de produção, especialmente de grãos. O melhor exemplo vem do Rio Grande do Sul, com 90% de sua área plantada já dentro do novo sistema. A informação foi dada pelo engenheiro agrônomo Dirceu Gassen, da Cooperativa de Agricultores de Plantio Direto, durante palestra no Seminário sobre o Dia Nacional da Conservação do Solo, comemorado em 15 abril.

No início da década de 90, o Rio Grande do Sul tinha apenas 4% de sua fronteira agrícola no sistema de plantio direto. Além disso, com a inovação, segundo Gassen, a erosão do solo na região foi reduzida em 96%.

O Seminário, uma parceria da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), mostrou aos participantes o avanço do sistema do plantio direto, que vem representando melhorias na produtividade e redução nos custos de produção do agricultor. “Na verdade, estamos presenciando a ascensão da segunda geração de agricultores brasileiros que nunca usou o arado”, destacou Gassen.

Resultados concretos – Segundo o agrônomo, o plantio direto, sistema que surgiu no Brasil na década nos anos 70 e se fortaleceu na década de 90, enfrentou inicialmente a desconfiança dos produtores. Ao longo desse tempo, no entanto, os ganhos obtidos pelos agricultores que aderiram à nova técnica foram concretos.

Gassen lembrou que, com plantio direto, foi possível reduzir os custos de produção com fertilizantes, combustíveis e herbicidas, evitando a degradação do solo. Os pioneiros que adotaram o modelo, segundo ele, protegeram o solo e reduziram a perda de água, evitando a erosão da terra. “Foram os verdadeiros semeadores de uma nova maneira de cultivar a terra, sem agredi-la e ainda conseguindo ganhos de produtividade e melhor retorno financeiro”, avaliou.

Para Gassen o sistema do plantio direto é um processo de aprendizagem que está caminhando bem no País. Isso apesar das dificuldades inerentes a tudo aquilo que representa o novo e rompe com hábitos já enraizados. O Brasil possui uma vantagem relativa em relação aos Estados Unidos, por exemplo. Lá o plantio direto é alternado, um ano sim, outro não, devido às peculiaridades do clima. Por aqui, disse, o processo é contínuo. As culturas onde o sistema do plantio direto está mais presente são as do arroz, milho e soja.

A reportagem é da Assessoria de Comunicação CNA, adaptada pela Equipe AgriPoint.

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