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Primeiro contêiner de carne ovina uruguaia chega aos EUA esse mês dando abertura aos envios do produto

postado em 06/02/2014

1 comentário
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A colocação de carne ovina uruguaia desossada e maturada nos Estados Unidos já é uma realidade. O primeiro envio teste foi feito pelo Frigorífico San Jacinto e chegou em 31 de janeiro, com 854 quilos líquidos (80 caixas) que foram enviados via aérea. As caixas continham pernas, bifes e lombos congelados e desossados, pois o Uruguai não pode entrar com cortes ovinos com osso nos Estados Unidos.

Além desse embarque simbólico para sondar a operacionalidade desse mercado, o mesmo frigorífico exportará hoje (06) o primeiro contêiner com cortes de cordeiro, demonstrando que os importadores dos Estados Unidos têm interesse na carne ovina uruguaia. É um contêiner de 20 pés que enviará cerca de 11 toneladas.

Em 13 de novembro de 2013, o subsecretário de Agricultura dos Estados Unidos, Edward Ávalos, anunciou a abertura do mercado durante sua visita ao Uruguai, onde visitou estabelecimentos de produtores de ovinos, acompanhado do ministro da Pecuária uruguaia, Tabaré Aguerre, da embaixadora dos Estados Unidos no Uruguai, Julissa Reynoso, e do ministro das Relações Exteriores, Luis Almagro. Inclusive, ele chegou a degustar um cordeiro uruguaio em Salto, confirmando a qualidade da carne produzida.

A negociação para a reabertura do mercado norte-americano para a carne ovina uruguaia vinha desde junho de 2005. O Uruguai é o único país do Mercosul que pode entrar com carne desossada e maturada nos três países da América do Norte (Canadá, Estados Unidos e México), tanto em ovinos como em bovinos, e essa é uma grande vantagem frente a outros países produtores.

Vale lembrar que até 2001, antes da epidemia de febre aftosa que sacudiu o setor pecuário uruguaio, gerando 2.020 focos e fechando todos os mercados para a carne, animais em pé e subprodutos, o Frigorífico San Jacinto já tinha exportado alguns lotes de carne ovina aos Estados Unidos, buscando fortalecer um elo comercial que logo se cortou devido a aftosa.

Com outras condições – agora é um país livre de aftosa que vacina seus animais -, o Uruguai segue fazendo história e busca retomar a corrente comercial perdida. A abertura dos Estados Unidos é muito importante para a produção ovina, pois existe uma firme demanda por cortes de cordeiros pesados, principalmente de altíssima qualidade e a ovinocultura uruguaia tem condições para produzir o que demandam os consumidores americanos.

A reportagem é do El País Digital, traduzida e adaptada pela Equipe FarmPoint.
 

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Comentários

Ivanildo Almeida Lima

Juazeiro - Bahia - Produção de caprinos de corte
postado em 11/02/2014

Essa abertura de mercado com os Estados Unidos, dá ao Uruguai a oportunidade de ampliar sua cadeia produtiva na caprinocultura de corte, evidenciando superações dos obstáculos que antes os impedia de colocar sua produção de carne de corte nesse mercado.

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