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Produção de ração cai 3,8% no 1º semestre frente a 08

postado em 21/08/2009

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A produção de ração diminuiu 3,8% no primeiro semestre deste ano, na comparação com igual período de 2008, para 27,4 milhões de toneladas, informou o diretor do Sindicato Nacional das Indústrias de Alimentação Animal (Sindirações), Ariovaldo Zanni. Apesar da retração, o resultado é considerado "positivo" pelo setor, porque sinaliza uma recuperação da demanda, se comparada ao primeiro quadrimestre do ano, quando foi registrada queda de 5,9%, também em relação ao mesmo período do ano anterior.

Segundo o executivo, a recuperação da demanda foi mais visível na avicultura. Houve queda de 3,4% na produção, para 12,7 milhões de toneladas na comparação com igual período. No entanto, ele lembra que no primeiro quadrimestre, o volume produzido caiu 8,8% ante os quatro primeiros meses do ano anterior. Apesar desta sinalização de recuperação, o executivo alerta que os avicultores estão diminuindo o uso de tecnologia. Enquanto a queda na produção de ração foi de 3,4%, a utilização do premix caiu 8,8%. Este produto inclui suplementos minerais, vitaminas e aminoácidos, que promovem a melhora nos níveis de produtividade.

O segmento que apresentou maior retração no primeiro semestre do ano foi a bovinocultura: 10,1% na pecuária de corte, para 972 mil toneladas, e 12,8% na de leite, para 2 milhões de toneladas, ambos na comparação com o mesmo período de 2008. O executivo observa que a redução no uso de tecnologia também é mais evidente neste segmento. Na suinocultura, o Sindirações aponta queda de 2,3% na produção de ração, para 7,4 milhões de toneladas, e de 4,3% na demanda pelo premix.

A despeito do desempenho do setor no primeiro semestre, o Sindirações ainda trabalha com a expectativa de crescimento da ordem de 5% neste ano. Zanni destaca que a União Brasileira de Avicultura trabalha com um crescimento de 3% neste ano. O executivo observa ainda que grandes fornecedores de carne suína, como Estados Unidos e Canadá, sofreram mais com a crise, o que poderia abrir o espaço para o Brasil fortalecer presença ou entrar em novos mercados. Outro segmento que sinaliza recuperação é o de pecuária de leite. "Depois da forte queda no primeiro semestre, os preços ao produtor começam a melhorar", aponta.

As informações são da Agência Estado, adaptadas e resumidas pela Equipe AgriPoint.

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