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Renda dos agricultores deve cair R$ 10,4 bi este ano

postado em 19/01/2009

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Após bater recordes de produção e receita em 2007 e 2008, a agricultura brasileira de grãos vai recuar este ano. A renda do produtor com a safra de arroz, feijão, milho, soja, trigo e outros grãos, que começa a ser colhida a partir de fevereiro - e que dá a dinâmica da economia de mais de 70% dos municípios brasileiros -, deve encolher em R$ 10,4 bilhões. É a primeira queda na receita de grãos em três anos. Significa menos dinheiro para a compra de carros, máquinas, equipamentos e eletrodomésticos e um volume menor de receita de exportação para o País.

Nas contas da RC Consultores, a safra de grãos 2008/2009 deve render aos agricultores R$ 79,4 bilhões, enquanto na safra passada chegou a R$ 89,8 bilhões. A queda está concentrada na dobradinha soja/milho, que responde por 80% do volume e 70% da renda. "A receita com grãos pode cair ainda mais se a recessão se aprofundar nos EUA e os preços do milho e da soja recuarem para níveis inferiores à média histórica", diz Fabio Silveira, diretor da consultoria e responsável pela projeção.

Para estimar a receita agrícola com os grãos, o economista considerou uma safra de 134 milhões de toneladas, 8,7% menor que a anterior. Além disso, levou em conta que os preços médios em reais da soja, do milho, do arroz e do feijão serão 8%, 3%, 4% e 28% menores em relação à média de 2008, respectivamente. E que o dólar deve chegar em dezembro valendo R$ 2,50. O tombo nos volumes de produção, provocado pela crise de crédito que atingiu os agricultores exatamente na época do plantio, porém, pode ser maior.

CONAB:

A Conab - Companhia Nacional de Abastecimento - acaba de publicar um estudo dos preços dos grãos no mercado em 2009. O levantamento traz perspectivas da produção nacional, levando em conta a crise financeira mundial e que pode chegar ao campo. O trabalho alerta para os riscos que poderão afetar o produtor rural, em meio aos baixos preços pagos ao setor, aos custos elevados dos fertilizantes, às restrições de crédito e à queda das cotações internacionais.

Por outro lado, há uma tendência positiva. O estudo diz que os preços de produtos como arroz, milho, soja e trigo poderão apresentar melhor performance que as cotações do petróleo ou dos metais. Clique aqui para ler o estudo na íntegra.

As informações são do jornal O Estado de SP e da Conab, adaptadas e resumidas pela Equipe AgriPoint.

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