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RS: carne de cordeiro com marca coletiva será lançada

postado em 20/03/2013

3 comentários
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Uma Rede de Produtores e Empreendedores do Alto Camaquã fechou um acordo com uma indústria e um ponto de venda especializado, para processar, industrializar e comercializar carne de cordeiro com a marca coletiva da região, em reunião realizada na última sexta-feira (15/03), na sede da Embrapa Pecuária Sul, em Bagé (RS).

Segundo o acordo, mediado pela Embrapa Sul, produtores das associações comunitárias vinculadas à rede passarão a entregar os cordeiros para a indústria Adiale Vitoria Carnes, de Encruzilhada do Sul. O frigorífico, depois de abater e processar os animais, vai repassar para o Shopping da Carne, estabelecimento comercial especializado de Porto Alegre que disponibilizará o produto no principal mercado consumidor do estado.

O acordo faz parte da estratégia desenvolvida pelas associações de produtores familiares da região de comercializar seus produtos com a marca coletiva Alto Camaquã. Inicialmente o acerto entre as três partes prevê o abate de 40 cordeiros por mês, produzidos exclusivamente a pasto do campo nativo e com qualidade e diferenciação já confirmados. Para o pesquisador da Embrapa Pecuária Sul, a principal vantagem desse acordo foi a aproximação entre diferentes atores da cadeia de carne de ovinos. “Esta união é mais uma demonstração do enorme potencial dos recursos sociais, humanos, naturais e produtivos do território do Alto Camaquã”, ressaltou Borba.

A Rede de Produtores e Empreendedores do Alto Camaquã foi criada em 2011 e é composta por associações de produtores de sete municípios do Alto Camaquã. Sua criação foi impulsionada por um projeto de desenvolvimento territorial da Embrapa Pecuária Sul, que prevê a valorização e a diferenciação da produção local. No ano passado, foi definido que uma das estratégias é desenvolver a região e a comercialização de produtos com uma marca coletiva que represente uma identidade territorial baseada na produção agropecuária familiar baseada na conservação dos recursos naturais. O acordo para o processamento e venda da carne de cordeiro é mais um passo nesse arranjo produtivo que propicia ganhos para todos os envolvidos, ou seja, produtores, indústria e comércio.

As informações são da Universo Agro, adaptadas pela Equipe FarmPoint.
 

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Comentários

Bruno Denis Bianchini

Dom Pedrito - Rio Grande do Sul - Estudante
postado em 21/03/2013

Inicialmente gostaria de parabenizar a iniciativa, onde oportuniza o reconhecimento e qualidade da agropecuária familiar.
Em segundo plano, mas não menos importante é a minha curiosidade em saber como farão o controle da parição dos cordeiros, tendo em vista que a ideia inicial é de 40 cordeiros por mês indiferente da época do ano. Vai se usado sincronização de cio? Raças distintas que tenham como características períodos reprodutivos mais tardios ou antecipados, sendo que assim não terá um produto padronizado todo o ano...
Qual foi a solução criada para ter cordeiros padronizados durante todo ano no RS?
Obrigado, e mais uma vez, parabéns pela iniciativa.  

Flavio Schirmann

Formigueiro - Rio Grande do Sul - Ovinos/Caprinos
postado em 22/03/2013

Da mesma forma venho manifestar minhas congratulações pelo relevante feito em prol da ovinocultura.Também tenho a mesma preocupação do Bruno quanto ao fornecimento o ano inteiro.Acho que este é o principal entrave ao desenvolvimento da atividade no RS.Volume de produção e regularidade no fornecimento de carcaças padronizadas...Gostaria de saber qual a solução encontrada?Parabéns!

Newton Correa Tolves

Jari - Rio Grande do Sul - Produção de ovinos de corte
postado em 04/07/2013

Brilhante iniciativa, apenas achei pouco o numero de cordeiros  mês, isso daria 480 cordeiros ano, que terão de ser abatidos em torno de 60 dias no seu total, mesmo assim é um bom começo. Parabéns.

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