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RS: integração-lavoura-pecuária-floresta sem contraindicação para pequenos produtores

postado em 09/07/2012

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Quando o assunto é ILPF, não existem restrições quanto ao tamanho das propriedades. Os agricultores familiares podem adotar sistemas agroflorestais tanto quanto grandes e médios. No Estado, a Emater é uma das instituições que fomentam a integração de culturas anuais a pastagens, bovinos e ovinocultura, pomares e silvicultura. Segundo o engenheiro florestal Antonio Carlos Leite de Borba, do Núcleo de Gestão de Programas ligado à Gerência Técnica, em Porto Alegre, a agrossilvicultura se mostra importante alternativa de integração desses sistemas. "O manejo agroflorestal promove a melhoria do ambiente, propicia a maior resistência a eventos climáticos adversos (secas e inundações), além de manter a produção de frutas, grãos, tubérculos, fibras, lenha e madeira para uso na propriedade", destaca Borba.

Além disso, há geração de renda e em sintonia com políticas de compras institucionais, em que os governos federal, estadual e municipal, através dos Programas de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar (PAA) e de Alimentação Escolar (PNAE), incentivam a adoção destes sistemas.

Borba explica ainda que, do ponto de vista de qualificação dos sistemas de produção, a integração lavoura-pecuária-floresta proporciona a diversificação da produção, oportuniza a geração de renda, a melhor ocupação da mão de obra e a conservação dos recursos naturais, como água, solo e biodiversidade. "Constitui-se em uma oportunidade para a agricultura familiar. Entretanto, a integração dessas atividades tem que ser muito bem planejada", alerta. É preciso evitar desequilíbrios que possam levar à frustração com o sistema. Por isso, ele recomenda também o cuidado no planejamento para não ocorrer uma exploração excessiva dos recursos, principalmente, com a exportação de nutrientes sem a ciclagem adequada, diminuição da matéria orgânica dos solos e da palhada, o que poderia, a médio e longo prazos, causar erosão e perda de fertilidade dos solos e inviabilizar a integração entre as atividades.

As informações são do Correio do Povo, adaptadas pela Equipe AgriPoint.

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