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RS: pesquisadores concluem segunda etapa de estudo da brucelose ovina

postado em 17/01/2012

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A segunda etapa do estudo sobre a prevalência de brucelose ovina e dos fatores de risco associados à doença no Estado, foi concluída este mês com a entrega no Instituto de Pesquisas Veterinárias Desidério Finamor (IPVDF) do último lote de amostras de soro ovino. O material, cuja coleta foi realizada por médicos veterinários do Departamento de Defesa Agropecuária (DDA) da Secretaria, passará agora por um processo de análise laboratorial e resultados serão entregues pelo IPVDF ao DDA/Seapa até o final de janeiro.

A segunda fase do trabalho, coordenada pelo chefe do serviço de doenças parasitárias do DDA/Seapa, veterinário Ivo Kohek Jr, foi realizada a campo e contou com a colaboração de 25 médicos veterinários e 25 auxiliares de campo. Os técnicos realizaram a coleta de soro de 1.742 ovinos em 640 propriedades rurais em todo o Estado. Essa etapa foi realizada entre os dias 12 e 30 de dezembro.

Durante a terceira e última etapa do estudo será feita a análise dos dados laboratoriais, juntamente com a análise dos dados de campo, como questionário aplicado aos proprietários e os procedimentos de verificação dos animais coletados, a serem realizados pelos médicos veterinários.

Os resultados finais deverão ser divulgados pelo DDA/Seapa até o mês de abril. Todos os dados desse estudo serão publicados em revista científica internacional e os resultados individuais de cada animal coletado serão entregues ao seu respectivo proprietário. Com base nos dados, será criado um programa sanitário estadual para ovinos, o qual contemplará esta e outras doenças visando controlar e erradicar enfermidades que causem perdas econômicas à ovinocultura gaúcha.

A primeira etapa do projeto foi marcada pela elaboração do seu desenho amostral e da metodologia a ser empregada no estudo, que se estendeu de julho a novembro de 2011. Esta etapa foi elaborada por médicos veterinários do DDA em conjunto com a equipe do professor Luís Gustavo Corbellini, responsável pelo laboratório de Epidemiologia Veterinária (Epilab) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs). Ainda contou com o apoio de técnicos do IPVDF e aporte financeiro do Fundo de Desenvolvimento da Defesa Sanitária Animal no RS (Fundesa).

As informações são do Governo do Rio Grande do Sul, adaptadas pela Equipe FarmPoint.

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