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UE: medidas para melhorar setor ovino-caprino

postado em 02/06/2008

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O setor ovino-caprino da União Européia (UE) se encontra em um importante declive estrutural devido à baixa do consumo, aumento dos custos de produção, à competição com Austrália e Nova Zelândia e sua grande vulnerabilidade a epizootias como a doença da língua azul. Um estudo da consultora Ernest&Young estima que se não forem tomadas medidas, a produção de ovinos e caprinos pode baixar entre 8-10% até 2015.

Por este motivo, a Comissão de Agricultura do Parlamento Europeu concordou por unanimidade com uma série de medidas que deveriam ser aplicadas no setor. As medidas são:

- Introdução de um prêmio meio-ambiental por cabeça, para manter os efetivos ovinos. Este prêmio seria financiado por fundos comunitários ou co-financiado entre a UE e os Estados Membros;

- Distribuição no setor de fundos não utilizados dentro do marco do 2º Pilar da Política Agrícola Comum (PAC);

- Distribuição, após a revisão do atual "artigo 69", de até 12% dos pagamentos nacionais a medidas de suporte dos setores em dificuldade;

- Inclusão nos programas de desenvolvimento rural, na parte de novos desafios da PAC, de medidas para os criadores de ovinos e caprinos.

As importações de carne de cordeiro supõem 20% do consumo interno, de forma que a Comissão de Agricultura do Parlamento Europeu propôs uma série de medidas para estimular o consumo e proteger o setor da competição externa:

- Obter o reconhecimento da Organização Mundial do Comércio (OMC) de que a carne de cordeiro é um produto sensível;

- Revisar a gestão dos regimes de cotas de importação e reexaminar a possibilidade de escalonamento de cotas no curso do ano civil, com o fim de garantir que o cordeiro comunitário não sofra competição desleal;

- Criar um logotipo europeu para diferenciar a carne ovina européia das carnes originárias de países de fora do bloco, precisando no rótulo a origem dos produtos;

- Aumentar o orçamento destinado à promoção de produtos agrícolas com o fim de incluir a carne de cordeiro;

- Executar campanhas de promoção dirigidas aos produtos protegidos pela Indicação Geográfica Protegida (IGP) e pela Denominação de Origem Protegida (DOP);

- Fomentar pesquisa e desenvolvimento para promover a inovação industrial no setor (produtos à base de carne de cordeiro, queijo, lã e pele);

- Incluir o setor ovino e caprino dentro do 2º programa de ação comunitária para a saúde, com o fim de promover os benefícios desta carne entre os consumidores, especialmente os jovens.

A reportagem é do site Agrodigital.

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