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Uruguai: bom ritmo nas exportações de carne ovina

postado em 07/04/2010

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As exportações de carne ovina do Uruguai se mantiveram em um bom ritmo nesse ano, com volumes e preços crescentes frente ao mesmo período do ano anterior. A demanda tem se diversificado e os países árabes, como Arábia Saudita e Emirados Árabes lideram a atividade do setor. Até 13 de março, foram exportadas 5.000 toneladas de carne ovina peso carcaça, o que significa 9% a mais que no mesmo período do ano anterior.

Em matéria de preços, o aumento é ainda mais importante. A média por tonelada exportada chegou a US$ 3.000 esse ano, 26% a mais que em 2009 e sem completar ainda o primeiro trimestre de 2010, o setor de carne ovina gerou US$ 15,2 milhões em exportações, 38% a mais que no mesmo período do ano anterior.

Como já vinha ocorrendo desde 2009, a participação de novos mercados para o produto uruguaio é uma das particularidades mais importantes desse ano. A maior novidade é a liderança dos países árabes como destino principal, tanto em volume como em valor, substituindo a União Europeia (UE) e o Brasil nos primeiros lugares do ranking. Esses mercados têm sido historicamente os destinos principais da carne ovina uruguaia.

Atualmente, os países árabes absorvem 40% das exportações. Dentre esse amplo grupo de países que se estende do Oriente Médio até a África do Norte, sobressaem Arábia Saudita (23%) e Emirados Árabes (9%), aos quais se somam Jordânia, Kuwait, Tunísia e Líbia, com 8% do valor gerado conjuntamente.

Em um mercado mundial com oferta restrita pelo fato de os principais fornecedores, Austrália e Nova Zelândia, terem reduzido seus volumes de exportação, os preços internacionais se mantêm em níveis elevados.

A UE absorve 25% do mercado, com preços superiores à média, US$ 3.400 por tonelada equivalente peso carcaça. O terceiro grande destino para o produto uruguaio é o Brasil, representando 17% do mercado e também obtendo preços superiores à média, nesse caso, US$ 3.300 por tonelada.

Depois, aparece uma série de mercados menores, mas de bom potencial, como Rússia e China, entre outros.

A reportagem é do El País Digital, traduzida e adaptada pela Equipe FarmPoint.

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