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Bahia tem um único frigorífico autorizado a abater ovinos e caprinos

postado em 05/01/2015

22 comentários
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Em toda Bahia, somente um frigorífico é autorizado a abater ovinos e caprinos. O local fica no município de Feira de Santana, a cerca de 100 km de Salvador, e recebe animais de várias regiões do estado. Por mês, cerca de 1,5 mil ovelhas, carneiros e bodes são abatidos no espaço, 400 diariamente.

No frigorífico, que conta com um controle de qualidade, os animais ficam nos currais por 12 horas e são alimentados somente com água, até serem abatidos. "Verificamos a qualidade da água, a higiene dos colaboradores, do ambiente e também como está a carcaça para que ela possa ser realmente liberada para o corte", relata Izamara Santos, supervisora de qualidade.

O centro passa frequentemente por inspeção federal de qualidade. "A preocupação com a qualidade ocorre desde a matéria-prima comprada até aos animais abatidos e a todo esquema de qualidade seguido aqui dentro, desde temperatura de água, pH de água, temperatura de câmara, esterilização. Tem todo um processo, desde a chegada do animal, até o embarque da carne pronta", completa a veterinária Flávia Freitas.
Após os animais serem abatidos, as carnes são levados para diversas regiões do Brasil, como São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro.

As informações são do G1, adaptadas pela Equipe FarmPoint.
 

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Comentários

Alex Cicinato Paulino de Oliveira

Rio Branco - Acre - Indústria frigorífica
postado em 06/01/2015

O Frigorífico Lamm em juazeiro está fechado?
Lá também tem Serviço de Inspeção Federal.

Luciano Ferreira dos Santos

Mirante - Bahia - Consultoria/extensão rural
postado em 09/01/2015

Sou testemunha do excelente trabalho realizado pelo Baby-Bode, em parceria com varias instituições e que vem melhorando a renda e a qualidade de vida de vários produtores do sertão.

EDIJANE DELMONDES

OUTRA - OUTRO - OUTRA
postado em 12/01/2015

Vocês possuem artigos que abordem sobre a síntese microbiana na ovinocultura?

Marcos Albérico Lacerda Malta

Gravatá - Pernambuco - Produção de leite
postado em 12/01/2015

O Frigorífico Lamm em Juazeiro-BA também  é habilitado pelo SIF/MAPA para abate de ovinos e caprinos, desta forma gostaríamos de retificar a informação divulgada, assim sendo,existem 2 matadouros de pequenos e médios animais que atuam no Estado da Bahia,

Celso Fernando Veiga

Barreiras - Bahia - Consultoria/extensão rural
postado em 12/01/2015

O Fribarreiras no Oeste da Bahia também tem abate de ovinos e caprinos com Inspeção Federal.

Jair Soares II

Vitória da Conquista - Bahia - Indústria de insumos para a produção
postado em 14/01/2015

Prezado Alex, o Frigorífico Lamm em Juazeiro não está funcionando. Está fechado há uns 6 meses.

HELIO SANTOS DA SILVA

Caetanos - Bahia - Consultoria/extensão rural
postado em 15/01/2015

Realmente uma grande planta voltada para o abatimento de caprinos e ovinos e é também o único no Estado a possuir o selo da Agricultura Familiar fico feliz em fazer parte dessa equipe que faz a parceria entre Baby - Bode, Riocon, Senar, Sebrae.  

Hernandes Medrado Filho

Marcionílio Souza - Bahia - Produtor Rural,Consultor credenciado SEBRAE
postado em 19/01/2015

Parabens ao Baby Bode, um trabalho que tem muita historia,começando com o senhor João Torres,um visionário da Caprinocultura do Estado da Bahia, seu primeiro proprietário
Mas a Bahia é muito Grande e precisamos viabilizar os frigoríficos de Juazeiro,maior polo produtor e Jequié.

humberto leocadio

Salvador - Bahia - Pesquisa/ensino
postado em 19/01/2015

Prezados senhores, ocorreu algum equivoco nas contas de abates, 1500 animais por mes dividido por 400 por dia dá menos de quatro días de abate por mes!

Alex Bastos

Salvador - Bahia - Frigoríficos
postado em 19/01/2015

Temos, no mínimo mais 12 indústrias frigoríficas autorizadas a abater ovinos e caprinos no Estado da Bahia.

Destas, 8 em plena atividade pirem abatendo  outras espécies com somente a indústria de Paulo Afonso abatendo caprinos e ovinos no momento.
Fribarreiras em Barreiras com SIF, Frimasa em Sinoes Filho com SIF , Frigoalas em Alagoinhas com SISBI , Abatal em Juazeiro com SIE , Frigorifico Campo do Gado em Feira de Santana, Geomar em Simões Filho,  Mafrirb em Brumado e São Francisco em Paulo Afonso

Construídos sob inspecao federal ou estadual com atividade exclusiva para abate de ovinos e caprinos temos no Estado 5 indústrias frigoríficas , sendo , a mencionada na matéria - Baby Bode ( SIF) em Feira de Santana, uma que ficou um tempo paralisada (fechada) e retornou seus abates em dezembro de 2014 ,o Frig . Do Sertão( SIE) em Pintadas  e outras três ainda paralisadas Acojus(SIE) em Jussara, Pantanal/Fricapri (SIE) em Jequié e o LAN (SIF) em Juazeiro.

As indústrias em atividade que abatem outras espécies, não abatem  caprinos e ovinos pelo mesmo motivo que levou a paralisação das quatro unidades citados acima - Falta de animais (um dos motivos, a estiagem recente) e a alta porcentagem de abates clandestinos (superior a 85%).

Marco Antonio Athayde de Britto Cunha

Salvador - Bahia - Ovinos/Caprinos
postado em 20/01/2015

Luciano Ferreira, solicito que entre em contato comigo.
Gostaria de entender como o Baby-Bode vem melhorando a renda e qualidade de vida destes produtores, pois sou também produtor próximo a Feira de Santana e não consegui forma rentável de negociar com o frigorífico.
Sds,
Marco Britto

CARLOS LEAL PIRES BRITTO JUNIOR

Salvador - Bahia - Produção de ovinos de corte
postado em 27/01/2015

A Bahia certamente tem ovinos e caprinos para suprir qualquer frigorifico na sua programação diária de abates .Na minha avaliação, entendo que, enquanto os frigoríficos continuarem pagando em torno de R$ 11,00 por kg de peso morto ao produtor e  retendo  a pele e miúdos sem qualquer remuneração , continuaremos abatendo clandestinamente toda a nossa produção.

Marcos Albérico Lacerda Malta

Gravatá - Pernambuco - Produção de leite
postado em 27/01/2015

Prezado Carlos Leal, nao temos dúvidas quanto a existencia de um rebanho suficiente para atender o consumo interno, porem, a falta de padrão e regularidade de oferta de animais jovens e acabados para abate que atenda as exigências do mercado consumidor das grandes capitais e com preços competitivos em relação a outras carnes vermelhas, além do abate informal sem recolhimento de tributos e nenhum custo com higienização das instalações, deixando o abate informal mais competitivo na relação de compra ao produtor. Quanto a pele, a mesma participa como margem de contribuição nos custos de produção, além de também ser considerada como produto comestível para produção de gelatina, tendo que ter o mesmo controle pela inspeção, salvaguardando a saude publica.
Na minha opinião é a falta de organização da cadeia produtiva que gera essas distorções, pois, não é justo apenas o frigorífico ter que bancar toda a cadeia, uma vez o preço final ao consumidor é quem define quanto esta disposto a pagar pelo produto ofertado.

Marco Antonio Athayde de Britto Cunha

Salvador - Bahia - Ovinos/Caprinos
postado em 28/01/2015

Se a falta de organização da cadeia produtiva onera os custos do  frigorífico cabe a este, por "proximidade" junto ao governo, fomentar o processo e não "dividir" (ou repassar) tais custos com o produtor.
O que não se admite é criarmos, com todos os custos e nenhum incentivo quer seja técnico e financeiro, e vendermos sem lucro algum (e até, na maioria das vezes, com prejuízo).
Vendo um animal por R$11,00 /Kg morto,  pesado após jejum, abate, lavagem, resfriamento de carcaça, ainda perco vísceras, couro, chifre, berro e compro -no dia seguinte - no mercado, com selo de inspeção um pernil de cordeiro pela bagatela de R$56,45.
E ainda condenam o abate clandestino????????

Marcos Albérico Lacerda Malta

Gravatá - Pernambuco - Produção de leite
postado em 28/01/2015

Prezado Marco Antônio,
                                      Não estamos culpando o abate clandestino, nem tampouco definindo preço de compra de animais, pois, entendemos que trabalhamos no livre mercado, assim, os produtos de qualidade superior são e serão sempre mais valorizados e o governo não interfere, apenas regulamenta e inspeciona o processamento da carne, garantindo a segurança alimentar.
                                     Concordo com você que o preço de R$ 11,00/kg de carcaça não seja suficiente para cobrir os custos de produção, pois, também somos criadores, mas, buscamos interferir dentro da nossa porteira para produzir com maior eficiência e menor custo possível, assim, aumentando o nosso desfrute e reduzindo os nossos custos fixos, uma vez que aumentamos a produção de carne/ hectare, capacitando nossos colaboradores e melhorando nosso rebanho com genética superior disponível no mercado, sem esquecer da alimentação e sanidade.
                                    Caso seja do seu interesse, disponibilizamos o frigorifico para você abater os seus animais, proceder aos cortes e embalagens, pagando apenas os custos operacionais e os insumos utilizados, e daí você terá os seus produtos para comercializar os pernis pela bagatela de R$ 56,45/kg, assim, você terá um melhor conhecimento dos custos do frigorifico, lembrando que os pernis representa em média 18 a 20% do peso da carcaça quente e os custos fixos diário do frigorifico operando 22 dias/mês é em torno de R$ 3.000,00, sem considerar os custos variáveis, e que para concluir o processo de abate, cortes, embalagens e congelamento são necessários pelo menos 3 dias, outro dado importante é sobre o frete frigorifico da indústria ao ponto de venda que é maior que o frete não frigorificado, forma de pagamento do cliente no prazo médio de 30 dias e se for para grandes redes 45 dias; enfim, acredito que você poderá fazer o melhor preço da venda do animal.

Luciano Ferreira dos Santos

Mirante - Bahia - Consultoria/extensão rural
postado em 05/02/2015

Prezado marco Antonio Athayde de Brito Cunha, O programa ao qual me refiro limita-se a seis municípios da região sudoeste da Bahia, aqui nos produtores eramos literalmente explorados e muitas vezes roubados pelos atravessadores, que pagavam o que queriam e quando pagavam, vários produtores perderam caminhões de animais e até hoje esperam o  pagamento, depois da inclusão das parcerias integradas nós temos assistência técnica, compra garantida, central de compras de insumos, capacitações, crédito entre muitas outras vantagens, e lhe digo com toda certeza que hoje nos somos produtores empresários do setor da ovinocaprinocultura, tendo retorno no negocio, sim nem tudo é um mar de rosas, mais meu caro, em comparação a tempos passados nos produtores podemos dizer que a mudança foi da água para o vinho, torço que um dia todas as regiões da Bahia possa ter um programa como esse, incluindo a sua, volto a parabenizar o Frigorífico baby-Bode, RIOCON, IDAN, UNIRIO, SENAR, SEBRAE, FUNDAÇÂO BB e Prefeituras municipais, um abraço sucesso na sua empreitada e tenho certeza que as portas estão abertas caso você queira visitar o nosso projeto e comprovar de fato o que estou dizendo.

Marco Antonio Athayde de Britto Cunha

Salvador - Bahia - Ovinos/Caprinos
postado em 11/02/2015

Luciano, fico no aguardo do contato para a visita a qual faço questão de comparecer.
Sds
Marco

Luciano Ferreira dos Santos

Mirante - Bahia - Consultoria/extensão rural
postado em 12/02/2015

Caro Marco Antonio, visite o site www.idan.com.br, lá você terá todas as informações e contatos para agendar sua visita.   
   sdç; LFS.                                                                                                          

Luciano Ferreira dos Santos

Mirante - Bahia - Consultoria/extensão rural
postado em 13/02/2015

Prezado Antonio Marcos, procure no google por Instituto de Desenvolvimento Sustentável do Semiárido (Idan)

Roberto

OUTRA - Pernambuco - OUTRA
postado em 19/02/2015

O frigorífico Caprino na paraíba tambem tem tudo isso, mas esta fechado ! Isso é uma vergonha...

Jose Raimundo Neto

OUTRA - OUTRO - OUTRA
postado em 19/08/2015

Boa noite!

Tenho interesse na compra do "SEBO DE CARNEIRO CASTRADO IN NATURA OU PROCESSADO".

Gostaria da viabilidade de comercialização, disponibilidade de estoque e cotação de preços.

Att; Jose Raimundo - Sorocab - SP

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