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Ajude o leitor: "Os cordeiros que morreram estavam bem de estado físico e foram a óbito de repente".

postado em 18/09/2012

23 comentários
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O produtor de ovinos Luiz Sandi, de Lages/SC, enviou um comentário para o artigo Técnicas essenciais para a instalação de um confinamento ovino. Abaixo, leia o comentário na íntegra:

"Tenho alguns cordeiros desmamados com 60 dias e já vacinados duas vezes com vacinas polivalentes pra clostridioses e desverminados com homeopatia, resultando em excelentes resultados. Há mais de 3 anos não tenho surtos de verminose.

Estes cordeiros estão em semiconfinamento aproximadamente há 30 dias com ração própria para ovinos à vontade no coxo , composta por milho moído , casca de soja, farelo de trigo e sal mineral. Acredito que esteja na proporção correta pois a ração vem pronta de fabrica. Além desta ração, eles têm à disposição bagaço de maça e levedura de cerveja úmida. Os animais estão acostumados com essa alimentação desde o nascimento junto com as mães.

O que acontece, é que tenho tido algumas mortes que não têm causa aparente. Os cordeiros que morreram estavam bem de estado físico e foram a óbito repente. A única verificação feita é que depois de algum tempo os cordeiros mortos incham. Como posso saber o que esta acontecendo? Pode ser carbúnculo mesmo que os cordeiros e as ovelhas tenham sido vacinados?

Agradeceria sua ajuda e sua opinião!"

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Comentários

Magna Coroa Lima

Viçosa - Minas Gerais - Pesquisa/ensino
postado em 18/09/2012

Há várias causas de morte em cordeiros nessa idade,entre as mais importantes as verminoses e eimeriose. As clostridioses pode ocorrer mesmo o animal  vacinado pode ocorrer a doença, pois a vacina pode ter sido infectado antes do tempo da vacina proteger, e nesse periodo ele precisa da proteção passiva que ocorre pela transfencia através do colostro (mãe não vacinada, ou mesmo a ingestão inadequada de colostro ou ter ingerido o colostro 6 hs após o nascimento) ou mesmo falta ou inadequada cura do umbigo, outra coisa é a origem e armazenamento da vacina (comprar de estabelecimento que armazene corretamente a vacina (de 2 a 8ºC), bem como cuidados na aplicação (higiêne, troca de agulhas, não expor a vacina ao sol, não congelar,não deixar a temperatura ambiente, sempre usar isopor com gelo e manter a pistola dentro da caixa de isopor). Para saber se realmente foi clostridiose ou outra doença é necessário mais informações sobre sintomatologia.

Espero ter ajudado!!

gabriel silva alves

São Sebastião do Passé - Bahia - Produção de leite
postado em 18/09/2012

tive também um morte, alias 3, a ovelha pariu 2 borregos lindos pretos. De acordo com o vaqueiro, o mesmo nasceu morto, porém tenho minhas duvidas e logo depois a ovelha foi a obto, porém não houve qualquer sinal desse tipo somente a fraqueza e andar lendo antes da parição.

Fernando Baccarin

Planalto Alegre - Santa Catarina - Produção de ovinos
postado em 18/09/2012

Luiz vc tem problemas para a ovelha parir? tem que fazer alguma intervençao?nestes casos? a ovelha tem dificuldades para expelir restos da placenta. se puder me responder 3fronteiras@nti-chapeco.com.br . trabalho com ovinocultura leiteira.

Abraço!

Walter Celani Junior

Uberaba - Minas Gerais - Consultoria/extensão rural
postado em 19/09/2012

Caro Sandi,
Meu email é celanijr@gmail.com
Entre em contato comigo. Ou pelo fone 14 81444220.
Abs
Walter Celani

Reuel Luiz Goncalves

Curitiba - Paraná - Indústria de insumos para a produção
postado em 19/09/2012

Senhores
Alem de veterinario, sou criador de ovinos em Descalvado/SP.
Infelizmente, varias podem ser as causas dos obitos e somente a presença de um veterinario para fazer uma necropsia dos animais e colheita para analise em laboratorios pode confirmar a origem dos obitos. Com este diagnostico, um manejo preventivo pode ser implantado.
Recomendo que em caso de obitos, chamem um veterinario ou levem o animal a uma universidade para eames, pode ser um animal moribundo, que facilitara o diagnostico.
Como disse a Magna, tudo é possivel, desde falha vacinal por ma conservação das vacinas, ate resitencia ao anti-helminto utilizado na propriedade e até um erro no manejo nutricional.
Abraço a todos

Jordana Andrioli Salgado

Curitiba - Paraná - Ovinos/Caprinos
postado em 19/09/2012

Prezados.
Apoio totalmente o comentário do Reuel Luiz. Podemos aqui dar algumas hipóteses, mas a presença de um veterinário é fundamental para melhor investigação do caso clínico e diagnóstico da doença.
Para tentar ajudar, ressalto a importância de se avaliar o alimento que eles consomem, pois aquela leva pode estar contaminada com algum fungo ou toxina.  Cordeiros desmamados são uma categoria muito susceptível à doenças, pelo estresse do desmame e sistema imune ainda em formação.

Abraços.

Marcelo Tubino Bortolan

Tubarão - Santa Catarina - Consultoria/extensão rural
postado em 19/09/2012

Você tem próximo o CAV-Centro Ciências Agroveterinárias da UDESC-Lages que podem realizar este diagnóstico com precisão para você.
Laboratório de Patologia Animal CAV/UDESC
Av. Luís de Camões, 2090 Bairro: Conta Dinheiro
CEP: 88520-000 Lages SC - Brasil
Fone: (49) 2101-9114 / Fax: 2101-9284
Entre em contato com o Prof. Aldo Gava ou alguém da equipe de Patologia Animal.

demontiê de Alencar Ricarte

Guara - Distrito Federal - OUTRA
postado em 19/09/2012

Companheiros criadores de ovinos
Eu tenho criação de ovinos no sertão do Ceará, minhas ovelhas num total de 50 matrizes, pariram todas nos meses de junhos, julho e agosto. Foram mais de 70 cordeiros e marrãs.Estavam todas muitos sadias, vermifugadas.Mas, no final de agosto começo de setembro já perdi mais de 20 animais.Os sintomas são: tristeza, tremedeira, ccomeça a cair das maõs, depois entortam o pescoço para trás, logo depois vem o óbto.Tenho muita salsa nos meus pastos, fiz uma retirada logo após o começo fda mortandade.Mas, continua as mostes.Não sei mas o que fazer.Agora, os cordeiros que estão em confinamento, não tive nenhiuma perda.

Jonas Plínio do Nascimento Júnior

Pelotas - Rio Grande do Sul - Produção de leite
postado em 19/09/2012

Em um passado distante tivemos um rebanho considerável de ovinos(Romney Marsh) com cerca de quase  duas mil cabeças. Nossos borregos do rebanho P.O. sempre foram confinados desde o desmame.A sintomatologia apresentada pelo Sr. Luis Sandi de Lages/SC já aconteceu em nossa criação naquela época porém, usávamos torta de linhaça em vez de levedura de cerveja e tivemos alguns casos parecidos com o descrito. No nosso caso foi  diagnosticado carbúnculo sintomático, talvez por manuseio  ou acondicionamento da vacina ou contaminação ao desmame.No seu caso aconselharia portanto exame laboratorial. Abraço.

José Machado Pedreira Neto

Salvador - Bahia - Produção de ovinos
postado em 19/09/2012

Só complementando...
Nos meus 8 anos de criatório aprendi que o exame laboratorial é o mais seguro para o diagnóstico.
Infelizmente, por questões de logística e às vezes de custos, não conseguimos dar conta de fazer as coisas "como manda o figurino".
Se fosse possível eu faria necrópsia de todos os animais que morressem do criatório.
Como não é, usamos a experiência para diagnosticar os casos mais fáceis - cobra, acidentes, etc., e o laboratório para os mais complicados.
Apesar de ser Agrônomo nunca abri mão da Assistência Veterinária nos criatórios em que trabalho.
Às vezes o criatório não dá conta de arcar com o custo desta assistência, mas sempre há alternativas.
Já houve época em que dividi este custo por duas propriedades, ficando bom para todo mundo.
Atualmente firmei um convênio com a Universidade Federal que me possibilita a presença de profissionais na propriedade com constância e custo satisfatórios, além de um desconto muito significativo em todos os exames e procedimentos necessários.
Correto é que os produtores tivessem esta assistência com os profissionais muito bem remunerados pelo Estado. Mas aí "são outros quinhentos"!
Minha sugestão é: OPG e Necrópsia, OPG e Necrópsia, quanto mais melhor !
Esperando ter contribuído, desejo-lhe boa sorte Luiz.
Um abraço,
Juca Pedreira.

Jacqueline Bragança

Santana do Livramento - Rio Grande do Sul - Produção de ovinos
postado em 19/09/2012

crio Romney Marsh, também ocorreu 02 óbitos em borregos com os mesmos sintomas descritos por Demontiê Alencar Ricarte, o médico veterinário atestou: Cenurose, doença que ataca o cérebro do animal formando um cisto, não há tratamento a não ser cirurgia, é transmitida por uma espécie de tênia, seu agente intermediário é o cão e canídeos silvestres através de suas fezes contaminam o meio ambiente.

Robecildo Oliboni do Amaral

Vacaria - Rio Grande do Sul - Produção de gado de corte
postado em 19/09/2012

Já tive problemas de carbunculo com bovinos confinados. Embora vacinados, conforme preveem os protocolos de vacina,  vieram a obto 13 animais, os quais foram necropciados e constatado que era carbunculo sintomatico. Para pararem as mortes tive de vacinar novamente com outra vacina, ou seja, outro laboratório e outro revendedor. quando venceu o periodo de carencia, ou seja 15 dias após a segunda dose param as mortes. Fica a alerta quanto a qualidade da vacina a ser aplicada nos animais.

Jairo Bandeira

Amaral Ferrador - Rio Grande do Sul - Revenda de produtos agropecuários
postado em 19/09/2012

Prezados:
Todas as citações são adequadas e a certeza do diagnóstico somente será possivel com análise laboratorial. Porém, quero dar ênfase ao comentario da Jordana. Bagaço de maçã e resíduo de cervejaria úmida... atente para caso de micotoxicose proveniente do fungos destas matérias primas. Fico à disposição para maiores detalhes: jairo@b-agro.com.br

otavio heinz

Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Instituições governamentais
postado em 19/09/2012

Uma possibilidade é a enterotoxemia, causada por um aumento súbito da população de Clostridium perfringens/sordelli, diferentes do carbúnculo, causado pelo C. chauvoei e portanto , talvez não controlados pela vacina específica para carbúnculo. A população de C. perfringens/sordellii no intestino delgado é contida pelos efeitos da flora digestiva e do peristaltismo intestinal. Segundo POPOFF (1989), a inoculação de cultura de C. perfringens D no intestino delgado de carneiros alimentados com ração à base de feno não provoca o desenvolvimento de enterotoxemia. A multiplicação acentuada de C. perfringens no intestino delgado pode ser favorecida por uma estase intestinal e uma ruptura do efeito de contenção da flora digestiva.

As alterações dessa flora, sobretudo nos ruminantes, estão relacionadas à alimentação, considerada o principal fator para a ocorrência de enterotoxemias:

mudança brusca do tipo de alimentação;
sobrecarga alimentar;
baixa proporção de matéria celulósica;
ração rica em proteína e carboidratos de fácil fermentação.

Aparentemente a ração oferecida aos cordeiros neste caso se enquadra nestes critérios.

gabriel silva alves

São Sebastião do Passé - Bahia - Produção de leite
postado em 19/09/2012

Posso aplicar vacina em animais com prenhez? ou não é indicado devido ao stress??
grato
gabriel

Vanerli Beloti

Londrina - Paraná - Pesquisa/ensino
postado em 19/09/2012

Vou na direçao do colega Otavio Heinz, embora nao tenhamos informaçoes suficientes:
Há uma das principais enfermidades que acometem ovinos e caprinos. É uma enterotoxemia causada pelo Clostridium perfringens dos tipos C e D. Esta bactéria se encontra normalmente no trato gastro-intestinal dos animais, sem causar problemas, mas em algumas situações aumenta muito em número, e produz quantidades toxinas que se tornam letais, e matam o animal em pouco tempo. Os codeiros, são escontrados mortos, frequentemente sem sintomas precedentes e com uma exagerada degeneração dos rins. A enfermidade se espalha rapidamente e pode-se ver animais deprimidos, com dor abdominal, que rangem os dentes e convulsionam. A doença está associada com mudanças bruscas na alimentação, onde se aumenta muito o teor de concentrado, o excesso de proteína não é degradado e diminui a motilidade intestinal e provoca atonia. Alimentaçoes excessivamente ricas em proteína podem oferecer o mesmo risco. As indigestões são pré-disponentes e mesmo determinantes do quadro. Os animais criados em regime intensivo tem maior risco e contrair a enfermidade.  Costuma-se vacinar as mães, um mês antes do parto, para proteger também ao cordeiro. Evitar mudanças bruscas na alimentação, fazendo mesclas sucessivas de forma que a alteração seja feita em 2 a 3 semanas é o ideal para prevenir a enfermidade. A vacina é eficiente, mas pode nao ser específica para o microrganismo que acometeu os animais.

marcos zens

Castro - Paraná - Consultoria/extensão rural
postado em 19/09/2012

No caso da mortalidade desses cordeiros, tive casos de clostridiose, logo apos morte foram feitas necropsias eo diagnostico foi enterite hemorragica causada por bacterias do genero clostridio presentes na silagem de milho.

LAZARO JOSE DA SILVA

Extrema de Rôndonia - Rondônia - Produtor Rural
postado em 19/09/2012

Sr. Sandi, somos criadores de ovinos aqui em Rondonia há pelos menos cinco anos, tivemos uma pequena perda de animais com os mesmos sintomas dos seus. Vacinamos com Excell-10 da Vencofarma, enterotoxemia, morte súbita, carbunculos e outras mais, se no caso dos seus animais, não for intoxicação alimentar, experimente, o resultado é real.
abraços - lazarojs

Magna Coroa Lima

Viçosa - Minas Gerais - Pesquisa/ensino
postado em 19/09/2012

Caro Gabriel Silva Alves,

Sou Medica veterinária faço pós graduação na UFV e tenho experiência com assistencia a criadores de caprinos e ovinos. Você deve sim aplicar a vacina nos animais, no terço final da gestação ( após 100 dias) para que evite abortos e garanta a produção de colostro de qualidade , lembrando  que você deve sempre ter os cuidados já citados na aplicação e armazenamento.

Att.

José Carlos de Almeida Macedo

Frei Rogério - Santa Catarina - Trader
postado em 20/09/2012

Amigo criador Luís! Observados os cuidados com a conservaçao da vacina e demais precauções de manuseio. Eliminamos problemas dessa origem, ou seja. a não imunizacao do rebanho, quando começamos a utilizar seringas descartaveisde pequena dosagem, tipo de diabeticos, enchemos um numero "X", nosso caso 10 sempre conservando no gelo, pois com a agulha de mais fino calibre, nao há o retorno da vacina propriamente dita, pelo orificio que sua seringa( pistola) que possa estar usando. Uma observação, as mesmas seringas serão reabastecidas, nao pense que serao descartadas, ok!Utilizamos 10 seringas pois é o numero de cordeiros que sao contidos em cada enchida do brete.
Outra coisa que um veterinario em nossa região uma vez me salientou sobre a regiao de aplicacao, muitos criadores aplicam no interior da paleta, lembre-se ali a um acumulo de gordura mesmo em cordeiros, portanto a vacina, segundo ele pode nao circular tão rapidamente ou mesmo acumular o inóculo. Mais um detalhe utilizamos vacinas com 10 Cepas, pois com menos não há resultado positivo.
Um Abraço,
jcmacedao@hotmail.com

Delcino Tavares da Silva

Joaquim Távora - Paraná - Produtor de cordeiros
postado em 21/09/2012

Sr Luiz!
O senhor apresentou um problema real e comum a muitos criadores, face aos comentários e sugestões que foram apresentados por diversos criadores de todo País.
Na minha experiência de criador de ovinos há mais ou menos 10 anos, tive casos semelhantes mesmo em animais vacinados com convexin 10 ou equivalente. Isso faz parte da atividade. Temos de conviver com problemas de manejo sanitário,( o principal deles a verminose), diminuição do custo de produção e a falta de uma política oficial de apoio à atividade. A vida continua... Vamos em frente:"o brasileiro não desiste nunca".
Delcino Tavares.

Edgar Caetano Jr

Juazeiro - Bahia - Consultoria/extensão rural
postado em 21/09/2012

Embora nao se tenha informaçoes suficientes, Os colegas Otavio Heinz e Vanerli Beloti foram no cerne da questão;
A enterotoxemia causada pelo Clostridium perfringens dos tipos C e D, é uma das principais patologias que acometem caprinos e ovinos. Esta bactéria se encontra no trato gastro-intestinal dos animais, normalmente não causa problemas, mas em certas situações há um aumento de sua população, e produz uma elevada quantidades de toxinas que originam os distúrbios, e até a morte do animal. Os codeiros e/ou cabritos, são escontrados mortos, aparentemente sem sintomas ou sinais elucidativos.  O que Sr. tem que observar  é o comportamento dos animais, se estão deprimidos, com dor abdominal, ranger de dentes e convulsão. A doença está associada com alterações repentinas na dieta, aumento no  teor de concentrado, excesso de proteína não digerido diminui a motilidade intestinal, provocando atonia(parada nos movimentos).  Entre os fatores pré-disponentes e mesmo determinantes do quadro estão as indigestões. Animais criados em confinamento(sistema intensivo) são os mais acometidos por este distúrbio. A presença de um Med. Veterinário para estabelecer uma estratégia de prevenção e normatização do manejo em sua criação, seria o mais lógico.  

Lucas Cegantini de Morais

São Leopoldo - Rio Grande do Sul - Produção de ovinos
postado em 23/09/2012

concordo com os amigos em chamar um médico veterinario para analisar os animais mortos, vivos e manejo completo da propriedade.
pelo que disse da alimentação, da para perceber que nao fornece pasto verde a esses animais, apesar de estarem em confinamento, cuidado com a acidose ruminal, pode ser um fator que esta levando a morte desses animais, precisaria saber de mais sintomatologias.
lucas_c_morais@hotmail.com precisando de ajuda entre em contato, posso visitar a propriedade.
abraço e boa sorte

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