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PB: blocos nutricionais garantem alimento aos animais durante a seca

postado em 20/12/2013

29 comentários
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Produtores da Paraíba começaram a testar um experimento que deve facilitar o convívio com a seca. Um equipamento desenvolvido pela Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária (Emepa) ajuda a fabricar ração para os rebanhos.

A criação de cabras e ovinos é muito comum em todo o Nordeste brasileiro. Com a seca forte, alimentar os animais é um desafio no semiárido. Pensando nisso, o criador Derlan Trigueiro não perdeu tempo e foi à Estação Experimental no município de Soledade, no cariri da Paraíba, conhecer uma novidade desenvolvida Emepa: blocos que servem de alimento para os animais.

A pesquisa levou cinco anos para ficar pronta. O bloco é feito com uma mistura de vários minerais, melaço de cana, farelo de soja, de algodão e de milho. Os ingredientes são misturados em uma betoneira, mas o mesmo processo pode ser feito com pá ou enxada. A mistura vai para uma prensa, que pode ser hidráulica ou manual, de onde já sai no formato de blocos que são colocados para secar em temperatura ambiente por até três dias. Depois disto, os blocos nutricionais estão prontos para a alimentação animal, seja de cabras, ovinos ou bovinos.

As pesquisas que estão sendo desenvolvidas mostraram que as cabras em gestação que se alimentaram com os blocos ganharam mais peso que aquelas que não receberam a suplementação nutricional. Os resultados impressionam, pois em apenas seis meses, cada animal engordou até 10 quilos.

Além dos blocos nutricionais, os criadores da região também vão receber os equipamentos para fabricá-los. O maquinário para produzir o suplemento nas propriedades rurais será doado através de convênio entre o governo do estado e associações rurais. Nesta primeira etapa, 35 produtores individuais foram beneficiados.

As informações são do G1, adaptadas pela Equipe FarmPoint.

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Comentários

mariuza Rissa

Apucarana - Paraná - Indústria de insumos para a produção
postado em 20/12/2013

Oki, importante a reportagem

Wellington Dias Lopes Junior

Petrolina - Pernambuco - Instituições governamentais
postado em 20/12/2013

Bom dia amigos.
Gostaria de saber qual a diferença da ração fornecida em blocos ou apenas misturada e sem prensar. Nutricionalmente não vejo diferença.
Agradeço.

Jose Alexandre Evangelista Pedrosa

Nova Russas - Ceará - Ovinos/Caprinos
postado em 21/12/2013

quais são os ingredientes e a porcentagem de cada?

Luiz Carneiro

Rio Bonito - Rio de Janeiro - Produção de ovinos de corte
postado em 21/12/2013

Bom dia, como faço para obter informações detalhadas do processo de fabricação?

Leonardo de Rago Nery Alves

Belo Horizonte - Minas Gerais - Pesquisa/ensino
postado em 21/12/2013

Prezado Wellington, boa tarde!

Pelo que entendi da matéria, a ideia seria basicamente facilitar a armazenagem dos alimentos em uma forma de mistura, pois formato de bloco facilitaria a estocagem. Todavia penso que os alimentos ainda estariam sujeitos à deterioração (talvez em escala reduzida por diminuição da superfície de contato).

Ao meu ver, novos testes deveriam ser realizados (se não o foram ainda) acerca da contaminação ambiental do bloco, pois em um mesmo compostos tem-se alimentos de diferentes gêneros (energéticos e proteicos). Consequentemente, tecnologias de conservação simples poderiam ser implementadas para elevar (ainda mais) o tempo de estocagem sem alterações que seriam maléficas aos animais.

gabriela castro

Morada Nova - Ceará - Produção de caprinos de leite
postado em 22/12/2013

achei  a pesquisa maravilhosa. parabéns!  gostaria de saber as quantidades de melaço, , farelo de soja , de algodão e milho.. antecipadamente agradeço..

Francisco Pereira de Azevedo

Aquidabã - Sergipe - Tec. Agropecuário
postado em 22/12/2013


Boa noite amigos.
Gostaria de saber a percentagem de melaço de cana, farelo de soja, algodão e milho na  fabricação dos blocos desenvolvido pela Emepa/PB. Email-franciscopazevedo2@hotmail.com
Agradeço.

Heron Reger de Carvalho

CAMPOS ALTOS - Minas Gerais - Consultoria/extensão rural
postado em 23/12/2013

Bom dia pesquizador do EMEPA.
Gostaria de saber as % usadas dos produtos utilizadosno bloco.
att.heron

José Ricardo Pereira Lopes

Três Rios - Rio de Janeiro - Indústria de insumos para a produção
postado em 23/12/2013

Gostaria de saber sobre os equipamentos,  procedimentos e concentração de sojam milho etc.

      Agradeço

Jobel Beserra de Oliveira

Porto Velho - Rondônia - Consultoria/extensão rural
postado em 23/12/2013

Parabéns gostei da descoberta, gostaria de melhores informações sobre o preparo e o  período de armazenamento. jobel

Rodolfo

Uibaí - Bahia - Produção de ovinos de corte
postado em 23/12/2013

Parabéns pela reportagem e a EMEPA. Creio ser mais uma boa ferramenta para apascentar os animais no período da seca aqui no semi-arido do NE.
O governo da Paraiba, sensível aos problemas do agropecuarista, já está ajudando ...
e aqui na Bahia... bem, aqui na Bahia ... 2014 só começa depois do carnaval...bom final de ano a todos...

josé Carlos Rodrigues da Luz

Serra Talhada - Pernambuco - Consultoria/extensão rural
postado em 24/12/2013

Olá Senhores Pesquisadores da EMEPA! Como técnico em zootecnia na região do semiárido, gostaria de obter, se possível é claro, maiores detalhes sobre este seu trabalho  em relação as quantidades de cada alimento utilizado e em que proporção podemos considerar  na praticidade de tal formulação. E mais, quanto as perdas em relação ao armazenamento e tempo e em que quantidade  deve ser oferecida aos animais diariamente. Só assim, poderemos calcular  o valor da produção em escala. Se for possível receber tais informações (manual completo), segue meu e-mail: josejcluz@hotmail.com    Gratos, abraço. Jose Carlos.

Leonardo de Rago Nery Alves

Belo Horizonte - Minas Gerais - Pesquisa/ensino
postado em 24/12/2013

Prezado amigo Heron,

Ao meu ver, as % dos ingredientes devem variar, respeitando as exigências nutricionais dos animais a serem alimentados. Desse modo, tem-se dietas diferentes para cada categoria animal. Provavelmente, o melaço deve entrar em concentração mais elevada para servir também como ligante no bloco. Vamos aguardar o comentário dos autores a respeito e avaliar.

Att.;

Leonardo (seu colega de especialização em ovinos).

Clovis Guimarães Filho

Petrolina - Pernambuco - Consultoria/extensão rural
postado em 24/12/2013

Acho que o título da reportagem não está muito bom, já que os mesmos ingredientes, sem prensar, garantem  também uma boa alimentação aos animais durante a seca. A vantagem básica é na maior facilidade da estocagem e do transporte. Blocos que também poderiam aportar uma ajuda muito boa durante a seca ao caprino-ovinocultor de base familiar do semiárido seriam aqueles de lamber (e não de morder e mastigar, pois são rapidamente consumidos), compostos de sal e uréia, já utilizados na África em programas da FAO contra a seca. Bem mais baratos, sua vantagem maior seria permitir o maior consumo e a maior eficiênca de assimilação de pastos mais secos e fibrosos pelos animais. É o que poderia ser feito pelos programas públicos aqui no nosso semiárido durante as estiagens prolongadas, implantando unidades de produção e distribuição e/ou venda  desses blocos em munícipios geograficamente estratégicos do semiárido.      

hugo velez montes

coatepeque - quetzaltenango - Guatemala - Consultoria/extensão rural
postado em 24/12/2013

por favor darnos las cantidades o la direccion para ver la elaboracion,de antemano gracias

Deraldino

Ipiaú - Bahia - médico/agropecuarista
postado em 24/12/2013

Que bom, nossos centros de pesquisa e experimentação precisam trabalhar com celeridade a questão da convivência do produtor nordestino com a seca, depois de assistirmos a destruição quase total dos rebanhos da região.Portanto merece Parabéns!

josé Carlos Rodrigues da Luz

Serra Talhada - Pernambuco - Consultoria/extensão rural
postado em 26/12/2013

Obrigado Sr. Clovis Guimarães Filho! Parabéns pelo sincero comentário encorajador , tanto aos dedicados pesquisadores da EMBRAPA, como  também à nós tímidos leitores e pouco conhecedores de tais técnicas. Nós do Semiárido necessitamos destas informações de convivência com a seca igualmente uma criança necessita do leite materno ao nascer para viver e ser forte e de boa saúde. Por quê  é tão difícil a unificação e aplicabilidade destas técnicas por todos os Estados do Nordeste aos falidos agricultores familiares mantidos à base de Bolsa Família e Seguro Safra  classificados como "Transferência de RENDA" ? Ao meu ver: Só o trabalho e o empréstimo de capital financeiro é que geram verdadeira RENDA que possa dignificar o HOMEM , é  o trabalhar que DEUS nos ordena  na Bíblia !   ' NORDESTE UNIDO, JAMAIS SERÁ VENCIDO '  Abraço à todos e  que Deus continue nos abençoando.

Geraldo Balieiro Neto

Ribeirão Preto - São Paulo - Pesquisa/ensino
postado em 27/12/2013

Bom dia a todos! Pessoal, afinal qual foi a descoberta anunciada? Comparar grupos que receberam suplementação com animais que não receberam suplementação, obviamente resultará em maior peso dos animais que receberam suplementação, não há nada surpreendente, pelo contrário, é obvio. Para analisarmos a vantagem do processo de confecção de blocos e utilização do maquinário seria interessante comparar a ração em blocos com a suplementação convencional no cocho, ambos com a mesma composição, e provavelmente não haverá diferença. Talvez fosse melhor a discussão do texto abordar outros eventuais benefícios, tais como a estocagem.

Ailson Joao Filho

Floresta - Pernambuco - Estudante
postado em 28/12/2013

A matéria é muito boa falta fotos e um manual do passo a passo da fabricação do referidos blocos de ração e o equipamento que é a pressa.

josé Carlos Rodrigues da Luz

Serra Talhada - Pernambuco - Consultoria/extensão rural
postado em 29/12/2013

Olá  Geraldo Balieiro Neto  ! Bom Dia ! Peço permissão aos distintos pesquisadores da EMEPA para responder à vossa indagação : " ...afinal qual foi a descoberta anunciada? "
A resposta encontra-se, visivelmente, citada no primeiro e no último parágrafo da matéria, pois, para nós do semiárido  do Nordeste do Brasil  temos que buscar,constantemente, meios que nos permitam armazenar alimentos  de boa qualidade, de baixo custo e de boa convivência com o nosso maravilhoso fenômeno NATURAL conhecido como  SECA.  Devemos aproveitar o pouco tempo que Deus permite de inverno para produzir alimento excedente necessário para o tempo da SECA ,cujo o tempo não podemos conhecer antecipadamente e de verdade. Daí  a nossa EUFORIA e SATISFAÇÃO e AGRADECIMENTO  aos pesquisadores pela nova descoberta !  Espero, sinceramente que os custos compensem o nosso  entusiasmo  e mais ainda que o aplicar desta técnica venha a permitir que não tenhamos mais que vender os nossos rebanhos  por preços vergonhosos  ou ainda que por falta de vergonha e coragem de governantes e ou diplomados em Agronomia, Veterinária  e Zootecnistas venhamos a passar por  situações degradantes  como nesta ano de 2012 e 2013  onde aparecemos  nos jornais  a nível Nacional como perdedores de grandes rebanhos de bovinos, caprinos e ovinos. Parabéns aos senhores agropecuarístas das Regiões Sul e Sudeste, cujo o clima é mais favorável ao controle alimentar  devido as grandes produções de matérias primas  como : soja, milho,trigo, sorgo, capins etc. ....  o que permite-lhes baixo custo de rações para animais.  Aqui,  os produtos usados  no preparo de ração  chegam caro demais. Quando nós  os Nordestinos deixarmos de valorizar tanto os produtos externos  e encontrarmos maneiras de  AUTO-SUSTENTABILIDADE aí , então, deixaremos de ser vistos  como pequenos perdedores e grandes consumidores das demais regiões do País. Abraço à Todos e que venham grandes pesquisas  auto-sustentáveis para o SEMIÁRIDO BRASILEIRO ( O maior e Único Bioma (chamado de CAATINGA) do mundo. Merecemos ou Não sermos Auto-Sustentável ?  José Carlos - (pequeno trabalhador e  conhecedor do grande bioma caatinga)

Geraldo Balieiro Neto

Ribeirão Preto - São Paulo - Pesquisa/ensino
postado em 30/12/2013

Olá Dr José Carlos, bom dia!

A vantagem anunciada de maior ganho de peso deve-se simplesmente a suplementação e não ao maquinário ou a confecção de blocos com  a prensa. Os animais que não ganharam peso não receberam nenhuma suplementação, ou seja, qual a vantagem nutricional dos blocos?
Veja que alimentos como farelo de soja, farelo de algodão, milho, melaço e uréia utilizados para balanceamento da ração e confecção dos blocos não necessitam de investimentos em prensas para a produção de blocos para serem armazenados.
Ao propormos mais um investimento em equipamentos para o produtor devemos pensar no retorno e, portanto, a comparação de desempenho animal (ganho de peso) deveria ser entre animais alimentados com os blocos versus animais alimentados com farelo de soja, algodão e milho armazenados em sacarias convencionais e misturados rotineiramente de acordo com o balanceamento específico para a categoria animal.
A tranferencia de tecnologia é o ultimo passo na produção de conhecimento, antes de transferir uma tecnologia ao produtor é preciso validá-la para que o produtor não corra o risco de investir em equipamentos desnecessários.
A pesquisa deve confrontar animais alimentados com os blocos e animais alimentados com os ingredientes utilizados para a fabricação do bloco pois os mesmos podem armazenados convencionalmente em sacarias e misturados ao longo da utilização na seca para isso só a betoneira e a formulação da dieta por um nutricionista resolveriam e os custos seriam reduzidos.
A matéria não aborda ou comprova as vantagens comentadas pelo Sr, "armazenar alimentos a baixo custo...".
Ao contrário das forragens, que necessitam de secagem para a produção de feno ou compactação para a produção de silagem, os farelos mencionados na confecção dos blocos não necessitam de investimentos em prensa para estocagem, a não ser que se comprove alguma vantagem, mas qual a vantagem?

Luciano Ferreira dos Santos

Mirante - Bahia - Consultoria/extensão rural
postado em 01/01/2014

  Prezados, acho que novas ideias que vem com o intuito de melhorar o processo é sempre válida mas, como salientou muito bem o Dr. Geraldo Balieiro Neto, devemos estar bem atentos no que se diz respeito ao custo benefício.

aldo agra jr

Maceio - Alagoas - Produção de caprinos de corte
postado em 03/01/2014

favor  manda  a  formola de  100  quilos.em  AAgratt:Aldo  

josé Carlos Rodrigues da Luz

Serra Talhada - Pernambuco - Consultoria/extensão rural
postado em 04/01/2014

Olá Dr.Geraldo Baliero Neto,  e os demais leitores, Desejo-lhes um bom e próspero ANO NOVO  -2014- Entendi  a vossa explicação sobre a pesquisa e, concordo plenamente com sua preocupação. Entretanto,  referenciei-me a esta pesquisa no que se poderá produzir  em períodos de maior oferta de matérias primas produzidas pelas Agroidústrias exportadoras do Agronegócio do sul e sudeste : (soja,milho,sorgo,trigo,melaço,etc.)  momentos em que os preços baixo compensem a sua aquisição, a produção dos blocos e o armazenamento adequado  em espaços pequenos  e sem que haja perdas nutricionais, se for possível é claro para ofertar aos animais  nos períodos críticos (SECA) momento em que tais produtos atingem valores excessivos em nossa região. Como somos agricultores familiar e, não podemos investir no Agronegócio devido ao clima não muito favorável e mais pela falta de empenho dos governantes regionais , é também por isto que devemos buscar saídas para convivência com  as mais diversas dificuldades. Gostaria que os senhores pesquisadores participassem  e explicassem melhor esta técnica  e sua aplicabilidade em prol de solucionar estes pontos  já citados por todos nós. Onde estão vocês ? O descobridor têm a responsabilidade de esclarecer todas as dúvidas sobre o seu descobrimento científico , ou não ? Estamos todos a espera ! Abraços, José Carlos   

Geraldo Balieiro Neto

Ribeirão Preto - São Paulo - Pesquisa/ensino
postado em 06/01/2014

Prezados colegas,

Os subprodutos da extração de óleo, tais como farelos de soja e algodão, ou ainda uréia, melaço e milho, não se degradam de um mês para outro, tem longo prazo de duração e podem ser adquiridos nas safras com melhores preços e armazenados sobre estrados para utilização na seca, sem maiores problemas. Sendo assim, não percebi qual a vantagem dos blocos anunciados na matéria. A peletização e extrusão são caros e aumentam a digestibilidade por gelatinizar o amido e romper a cadeia primária da proteína. Qual a vantagem nutricional da prensa?

Além disso, não existe uma receita que atenda a todos os produtores. As necessidades dos animais variam de acordo com peso, raça, produção, fase fisiológica, ambiente etc. e a composição e quantidade dos alimentos volumosos variam entre as propriedades.

A ração concentrada (farelos e milho) deverá suplementar o volumoso, portanto, aqueles produtores que investiram no volumoso (quantidade e qualidade) poderão economizar com o fornecimento de concentrado, que é mais caro.

Por outro lado, se utilizarem uma formula de ração concentrada padronizada, podem desperdiçar o investimento no volumoso. Assim sendo, no que diz respeito ao custo com a alimentação dos animais na seca, podemos recomendar investir na produção de volumoso e que seja formulada dieta especificamente para cada categoria utilizando programas que minimizem o custo.

As propriedades rurais apresentam diferentes possibilidades, algumas técnicas tais como sal proteinado (aumenta o consumo e digestão de alimentos fibrosos), aplicação de amônia em palhas (melhora a conservação e valor nutritivo), cultivo racional da palma etc. podem ser indicados de acordo com a situação, mas jamais conseguiremos corrigir por completo a estacionalidade da produção das forrageiras. Contudo, dentre as técnicas validadas e recomendadas para manter os animais na seca, a principal ferramenta chama-se "planejamento".

O planejamento deverá incluir desde o armazenamento de volumosos produzidos durante as águas para utilização na seca, até a compra, venda e monta dos animais, que pode ser planejada para que os animais tenham maiores necessidades nutricionais em época mais favorável a produção de alimentos.

Reconhecemos que o desafio é enorme e nossa contribuição muito pouca, mas o desejo por informações que possam trazer soluções não deve prevalecer ao embasamento técnico, pois há risco de direcionarmos os recursos de forma errada.

A primeira providência seria utilizar técnicas validadas e recomendadas, com reais possibilidades de adoção e que realmente trarão benefícios aos sistemas de produção. O recurso gasto com assistência técnica é um bom investimento e talvez seja o melhor conselho para que cada um seja atendido da melhor forma. Se um produtor sozinho não puder custear um zootecnista, talvez 10 produtores possam.

Abraços e Feliz Ano Novo a todos

josé Carlos Rodrigues da Luz

Serra Talhada - Pernambuco - Consultoria/extensão rural
postado em 08/01/2014

Bom dia Dr. Geraldo Baliero Neto !   Agradeço a Deus por permitir-lhe compartilhar conosco o vosso brilhante conhecimento científico sobre alimentação animal no nosso Semiárido. Este seu último comentário foi ,especialmente para mim, e creio que para muitos dos leitores que estão conectados acerca deste brilhante assunto em questão e em busca de poucas orientações para tão grande solução. È pena que os  órgãos governamentais não estejam disponíveis para participar deste brilhante diálogo  que poderá nos trazer grandes e práticas soluções de convivência com os desafios existentes no Semiárido Brasileiro.  Eu, além da sua orientação de produção de volumoso, acredito muito também no uso da caatinga como fonte de recurso alimentar natural para os ruminantes . No aguardo de novas orientações. Abraço à todos e mais uma vez lhe agradeço.

Cibelly Correia

João Pessoa - Paraiba - Mídia especializada/imprensa
postado em 10/02/2014

Quem tiver dúvidas ou quiser maiores informações sobre os Blocos Multinutricionais, pode enviar um e-mail para comunicacao@emepa.org.br. Os comentários postados nesta matéria serão enviados para o setor responsável e, em breve, as pessoas que disponibilizaram o e-mail terão suas perguntas respondidas.

Ederson da Rocha

Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Produção de caprinos de corte
postado em 30/03/2014

Acredito que este suplemento seja interessante aqui no RSno inverno quando diminui a pastagem p feno. Vamos estudar

francisco denis m oliveira

São Miguel de Touros - Rio Grande do Norte - OUTRA
postado em 01/04/2014

gostei muito dessa descoberta mas gostaria de saber qual as propoções de melaço de cana milho soja e algodão.obrigada e um grande abraço

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