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Cancelada a atualização dos índices de produtividade

postado em 01/06/2010

8 comentários
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O Governo Federal desistiu de promover a atualização dos índices de produtividade agropecuária usados como parâmetro nos processos de desapropriação de terras para a reforma agrária. A forte resistência da bancada ruralista no Congresso e a rejeição unânime de parlamentares peemedebistas foram decisivas para o recuo tático do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Os novos índices obrigariam produtores rurais a elevar a produção rural, mesmo em anos de crise, para cumprir requisitos de utilização da terra (GUT) e de eficiência da exploração (GEE). Se o percentual não fosse atingido, o produtor poderia ter sua propriedade desapropriada para fins de reforma agrária. O que é considerado injusto pelo setor rural.

"O setor primário brasileiro é o único do qual é exigido o índice de produtividade. Então, cancelar essa atualização é um alívio para os produtores. Aqui não temos condições de fazer investimentos para aumentar a produção. É preciso que o Governo nos dê condições e recursos para esse fim", afirma o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Espírito Santo (Faes), Júlio Rocha.

Os produtos agrícolas do Brasil são taxados com 19% de impostos, enquanto em outros países a taxa é bastante inferior. Nos Estados Unidos, por exemplo, os impostos sobre os insumos não passam de 5%. E, como se não bastasse, no exterior, todos os riscos ambientais e fitossanitários são financiados pelo governo.

O setor rural responde por 1/3 do PIB e das exportações brasileiras. O país possui cerca de 5 milhões de propriedades rurais, sendo que 80% delas estão nas mãos de pequenos produtores.

As informações são da FAES, resumidas e adaptadas pela Equipe AgriPoint.

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Comentários

Artur Queiroz de Sousa

Cambuquira - Minas Gerais - Produção de café
postado em 01/06/2010

Ao rever os erros que iam ser cometidos, os deputados agiram com conciência. Gostaria de ver debatido, o trabalho que o pesquisador Eliseu de Andrade da Embrapa, propos. é bastante interessante, e mantem o desenvolvimento da agropecuária no país.

DARLANI PORCARO

Muriaé - Minas Gerais - Produção de leite
postado em 01/06/2010

Precisamos de colocar politicos que tenham uma certa cultura , em relação ao meio rural , pra nos governar, caso contrário , é mais um atraso de vida e perdas , em uma economia que sustenta a baixos custos e com sofrimento esse imenso país. Precisamos nos unir e fortificarmos e fazermos um movimento parecido com os do SEM TERRA, mas , o nosso tem que ser os COM TERRA , para sermos mais respeitado perante o governo.

Antonio Comar Neto

Arapoema - Tocantins - Empresário
postado em 01/06/2010

pelo menos por enquanto podemos respirar aliviados....rsss

Paulo Luís Gonçalves Campelo

Belo Horizonte - Minas Gerais - Consultoria/extensão rural
postado em 02/06/2010

É um alívio para a classe, uma batalha foi vencida, mas a guerra, ainda não. Vamos ficar atentos aos próximos acontecimentos e vamos ser mais conscientes no momento de escolher os nossos representantes no Congresso e o próximo Presidente da República.

Iria Maria Davanse Pieroni

Cuiabá - Mato Grosso - Advogada e Produção de Gado de Corte
postado em 02/06/2010

Quem produz, no Brasil, nunca foi valorizado. Recordo-me dos meus Pais, que eram agricultores, sempre lavrarão a terra, pessoas honradas, sofreram por demais diante das intempéries. Chuvas de granizo, geadas, etc. Como pequeno agricultores que eram, nunca tiveram qualquer ajuda! Hoje a situação permanece a mesma, só mudaram o nomes das pessoas.

O preço dos produtos lá embaixo, devido à valorização do real, baixa nas commodites e taxa de juros lá pra cima....Quem suporta????

Marcelo Fernandes Baía Vieira

Nova Venécia - Espírito Santo - Consultoria/extensão rural
postado em 07/06/2010

Espera - se que todos os Produtores Rurais se unam para exterminar todos aqueles que queriam rever os conceitos de produtividade no VOTO.

MARCOS V. LENZI

Santarém - Pará - Produção de leite
postado em 17/06/2010

Deus proteja a bancada ruralista, hoje é o dia certo de fazer as coisas certas, amanhã será tarde. Se um projeto passa os danos, seriam como o estatuto do menor, uma bomba!



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