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Código Florestal: Dilma admite flexibilizar anistia a desmatadores

postado em 02/06/2011

3 comentários
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Em almoço com senadores do PMDB, nesta quarta-feira (01), a presidente Dilma Rousseff admitiu a possibilidade de apoio do governo a uma flexibilização da emenda 164 do Código Florestal e limitaria seu alcance aos micro e pequenos produtores rurais. No dia seguinte à aprovação do novo código na Câmara, o Planalto sinalizou a possibilidade de vetar a emenda, caso fosse ratificada pelo Senado.

De autoria do PMDB, a emenda 164 concede anistia aos produtores rurais que desmataram Áreas de Preservação Permanente (APPs) - como topos de morros, várzeas e margens de rios - até junho de 2008. Para o senador Waldemir Moka (PMDB-MS), a emenda tem de ser ratificada, porque senão colocará na ilegalidade produtores que criam gado há décadas na região do Pantanal ou plantadores de arroz nas áreas de várzeas no Rio Grande do Sul. A grande maioria das propriedades rurais do País (95%) - que detém uma parcela menor das terras - sairia da ilegalidade por meio dessa proposta.

Durante o almoço, o senador Luiz Henrique (PMDB-SC) - que deve acumular a relatoria do novo código nas comissões de Constituição e Justiça (CCJ) e de Agricultura (CRA) - afirmou à presidente Dilma que não fará nada que não seja dentro da lógica, do entendimento ou que crie problemas ao meio ambiente. O catarinense garantiu a Dilma que se depender dele, o Brasil continuará sendo um "celeiro de produção agrícola sustentável".

Um grupo formado pelos senadores Jorge Viana (PT-AC) - relator do novo código na Comissão de Meio Ambiente (CMA) -, Eunício Oliveira (PMDB-CE), Eduardo Braga (PMDB-AM) e Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), recebeu a incumbência do governo de buscar o entendimento no Senado para aprimorar o texto.

A reportagem é de Andréa Jubé Vianna, para Agência Estado, adaptada pela Equipe CaféPoint.

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Comentários

Geraldo Magela da Rocha

São João Nepomuceno - Minas Gerais - Varejo
postado em 02/06/2011

Quando tem crise na venda de carros, da linha branca, materiais de contrução e etc o governo baixa logo o IPI para incentivar o consumo.e ajudar principalmente as multinacionais  Agora quando é para somente manter o Produtor Rural na atual situação que se encontra (apenas coloca-lo na legalidade) o governo tem uma enorme ma vontade, procura dificultar ao máximo a vida do Produtor,  aceitando pressões de ONG´S Internacionais que somente querem prejudicar o Brasil,  pois se realmente pensassem no Meio Ambiente deveriam tambem pressionar Estados Unidos, Europa, China. Por que pressionam somente o Brasil ? Será ate quando vamos continuar agindo como colônia?

José Renato da Silva

Além Paraíba - Minas Gerais - Produção de leite
postado em 04/06/2011

Lamento que o governo esqueça da importância que o agronegócio exerce sobre nosso PIB. Some os empregos gerados na indústria tão ajudada pelo governo ao primeiro sinal de crise e comprare com os gerados pelo agronegócio, que está tão sem incentivo.

A medida correta seria verificar a situação das propriedades em 1996 e tomar medidas

pesadas sobre os que alteraram a mata apartir daí.

Como pode o governo penalizar aqueles que trabalham no campo, já em dificuldade???

Esper que o bom senso e a razão sobresaiam às pressões das "ongs preocupadas com a natureza".

renan

Santiago - Rio Grande do Sul - Produção de leite
postado em 04/06/2011

Será ate quando vamos continuar agindo como colônia? vamos dar um basta, quem vocês pensam q são, não existe aquecimento global,nem  efeito estufa ! vocês pensam que la em dubai eles  iriam querer  fazer ilhas em pleno mar gastando bilhões


isto é pura politica vamos ser mais coerentes e pensar no povo trabalhador brasileiro! OBRIGADO

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