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PR: Ovinomar alerta para carne ovina sem inspeção

postado em 03/09/2010

2 comentários
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Ao menos 450 ovinos são vendidos sem inspeção da Vigilância Sanitária em açougues e mercados de Maringá. São 120 carcaças por semana. A informação é do Grupo Cordeiro e da Associação dos Criadores de Ovinos da Região de Maringá (Ovinomar).

De acordo com o presidente da entidade, Antônio de Paula, que é sócio de uma loja especializada em cordeiro na cidade, a venda da carne sem inspeção compromete a qualidade do produto. Segundo ele, no abate ilegal, o transporte é feito em veículo sem refrigeração e com animais doentes. "Quando o consumidor vai comprar a carne em alguma estabelecimento comercial, ele não consegue identificar qual é inspecionada e qual não é", diz.

Segundo Antônio de Paula, o quilo da carcaça de um animal inspecionado é vendido por R$ 14,50, já o produto clandestino é comprado pelo açougue ou supermercado por valor mais baixo, que varia entre R$ 9,50 e R$ 10,50. "Não há recolhimento de impostos e, apesar de comprar mais barato, os estabelecimentos não repassam o valor mais baixo para o consumidor", disse.

O chefe do núcleo regional da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento no Paraná (Seab), José João Vituri, acredita que o reduzido número de abatedouros autorizados na região (um localizado em Floraí, com inspeção estadual, e outro em Maringá, com fiscalização municipal) seja o principal responsável pelos abates ilegais.

A Vigilância Sanitária informou, via assessoria de imprensa, que não recebeu denúncia formal sobre a venda de carne de cordeiro sem inspeção. Segundo o órgão, "não existem problemas" e os fiscais "não acharam nenhuma irregularidade" até agora.

As informações são do Diário de Maringá, adaptadas pela Equipe FarmPoint.

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Comentários

Marcos Vinicius Grein

Balsas - Maranhão - Consultoria/extensão rural
postado em 08/09/2010

A informação deve ser verdadeira. Aqui no Maranhão praticamente inexiste o abate inspecionado de ovinos e a concorrência é desleal. É necessário a regularização de toda a cadeia produtiva para que possamos aumentar o consumo da carne de cordeiro com segurança alimentar.

Joabe Ricardo Vasconcelos

Maringá - Paraná - Consultoria/extensão rural
postado em 26/03/2012

É mais do que urgente que a ovinocultura passe pela profissionalização e industrilização assim como outras atividades para que o segmento se solidifique através de produtores e profissionais sérios e dedicados no processo de produção e garantindo assim qualidade de carne na mesa do consumidor. Mas para que isso aconteça é preciso que as autoridades cumpram com as legislações e as coloquem em prática punindo quem faz abate o ilegal e tirando os famosos "frigomangas" (abatedouros debaixo dos pés de manga) de circulação.
Joabe

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