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RIISPOA: produtores querem mudanças no regulamento

postado em 05/09/2008

1 comentário
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Cadeias produtivas que trabalham com produtos de origem animal, como carne, leite, mel, pescados e derivados, estão se organizando para apresentar propostas de modificações ao novo Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária dos Produtos de Origem Animal (RIISPOA). O documento, que se encontra em consulta pública até o dia 15 de setembro, traz alguns avanços em relação ao regulamento vigente, que data de 1950, mas ainda apresenta pontos que merecem ponderação do Ministério da Agricultura e Abastecimento (MAPA).

O documento estabelece normas que regulam, em todo o território nacional, a inspeção industrial e sanitária de produtos de origem animal. A nova proposta do RIISPOA atualiza conceitos e exigências higiênico-sanitárias, previstas na legislação que define os requisitos para o registro dos estabelecimentos e a fiscalização pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF).

O coordenador nacional de projetos de ovinocaprinocultura do Sebrae, Ênio Queijada, destaca que a revisão tem sido importante por trazer a discussão para o setor. "De modo geral, trata-se de um regulamento de primeiro mundo, mas as condições de implantação ainda são de terceiro mundo. Precisamos atualizar o regulamento de forma que seja efetivo e possa ser colocado em prática pela cadeia produtiva", diz.

Com relação ao leite, houve um grande avanço. O empresário Paulo Cordeiro, da Caprilat, produtora de leite de cabra, destaca que o documento anterior não contemplava o leite das espécies caprina, ovina ou bubalina. "Além disso, o Riispoa destaca que a produção, qualidade e identidade desses leites estarão sujeitos a especificações de regulamentos técnicos próprios. É um avanço porque antes qualquer parâmetro era o leite de vaca", diz.

A matéria é de Giovana Perfeito, da Agência Sebrae de Notícias, adaptada e resumida pela Equipe FarmPoint.

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Comentários

Alexandre Azambuja Costa

Bagé - Rio Grande do Sul - Serviço de Inspeção Municipal
postado em 13/09/2008

É uma barbaridade estarmos com um Regulamento que data de 1950! Nestes 58 anos de vigência do nosso RIISPOA, a Ciência avançou geometricamente em diversas áreas; por exemplo: vermífugos, antibióticos, "vitaminas (suprem carências e otimizam o desempenho dos animais)", adubações nitrogenadas das pastagens (dependendo do intervalo entre a mesma e o pastoreio, poderá ocorrer intoxicação por nitrito/nitrato) e etc..

Espero que atualizem o nosso RIISPOA ao século XXI e possamos ter alimentos de origem animal com menos resíduos tóxicos para nós, seres humanos.
Salve brilhante iniciativa!!!

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