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Uruguai: crescem as exportações de carne ovina para a China

postado em 20/04/2011

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Durante o primeiro trimestre de 2011, a China passou a ocupar o lugar que tinham os países árabes como compradores de carne ovina uruguaia, pois duplicou o volume importado mesmo com os valores em alta. Segundo dados do Instituto Nacional de Carnes do Uruguai (INAC), no mês de março, a China importou 707 toneladas, enquanto no mesmo período do ano anterior, comprou 325 toneladas, ou seja, o aumentou foi de 117,5%.

A União Europeia (UE) é o principal destino para os frigoríficos uruguaios e, durante o primeiro trimestre, comprou 1.535 toneladas, um volume muito similar ao que tinha comprado na mesma data do ano anterior. Já o Brasil perdeu força como importador de carne ovina uruguaia no primeiro trimestre do ano e deixou de ser o principal sustentador dos altos preços do produto. O Brasil comprou 158 toneladas em março, 46% a menos que as compras do mesmo mês em 2010 (quando tinham comprado 417 toneladas). (Clique aqui para ler mais sobre esse assunto).

A queda nas exportações de carne ovina do Uruguai para a Rússia foi de 58%, com vendas de 232 toneladas, quando no mesmo período de 2010, essas vendas foram de 557 toneladas.

No entanto, segundo dados do INAC, a tonelada de carne ovina seguiu valorizando e, para as 4.172 toneladas exportadas pelos frigoríficos uruguaios até março de 2011, o preço médio foi de US$ 4.501, quando na mesma data do ano anterior foram exportadas 6.524 toneladas por um preço de US$ 3.073.

Hoje, a expectativa da indústria frigorífica e dos produtores uruguaios está focada na abertura dos mercados da América do Norte - Estados Unidos e México. No caso dos Estados Unidos, a recomendação de abertura do mercado para a carne ovina uruguaia está publicada no Registro Federal e está sendo cumprido o período de 60 dias. No caso do México, o Ministério da Pecuária, Agricultura e Pesca já enviou o modelo de certificado sanitário às autoridades mexicanas e, assim que o documento for aprovado, o mercado ficará operacional.

A reportagem é do El País Digital, traduzida e adaptada pela Equipe FarmPoint.

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