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Integração Lavoura Pecuária

Por Antony Hilgrove Monti Sewell
postado em 04/05/2015

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A Integração Lavoura Pecuária vem ganhando importância cada vez maior nos projetos de pecuária de corte e de leite e cada vez mais produtores estão adotando este sistema. Os benefícios que esta prática traz ao sistema de produção como um todo ajudam a aumentar a rentabilidade dos projetos, com uma vantagem muito grande: a sustentabilidade do negócio.

A pecuária brasileira passa por momentos de transformação, onde o produtor está preocupado exatamente em melhorar esta rentabilidade. Para que ele alcance tal objetivo é necessária uma utilização mais eficiente de todos os seus fatores de produção. Hoje, os recursos de que o produtor dispõe estão cada vez mais escassos e cada vez mais caros. Além disso, o produtor está pressionado pelos problemas ambientais cada vez mais críticos. É aí que entra a tal da sustentabilidade: produzir com práticas socialmente justas, respeitando o meio ambiente e ganhando dinheiro!

Práticas como a Integração Lavoura Pecuária conduzem a produção neste sentido, pois tratam o solo com maior respeito, permitindo a intensificação da produção, o que libera as áreas destinadas às APP’s e reserva legal e tornando os equipamentos e instalações menos ociosos, pois serão utilizados por mais tempo ao longo do ano.

O produtor deve levar em conta a produção por área, ou seja, a quantidade de litros de leite que ele produz por hectare. Animais produtivos são desejáveis, evidentemente, mas de nada adianta vacas produzindo 30 L de leite por dia, em média, se a capacidade de lotação da propriedade não suportá-las. O produtor deve visar à produção de alimentos, seja através do pasto, seja através da conservação de forragens e, para isto, a Integração Lavoura Pecuária é fator decisivo.

Em projetos de produção leiteira, onde o volumoso fornecido às vacas em lactação é baseado em silagens de grãos, uma forma de Integração Lavoura Pecuária já vem sendo utilizada há muito tempo, mesmo que o produtor não tenha se apercebido disto. Para um melhor aproveitamento das áreas destinadas à lavoura, no período da seca, pode-se pensar no plantio de forrageiras de inverno, como a aveia, por exemplo. Após o pastoreio desta espécie, através da dessecação do material restante na área, o produtor irá se utilizar do plantio direto para a nova safra de milho ou sorgo para produção de silagem. Isto é Integração!

Outra forma de se utilizar este método, aí já incluindo espécies arbóreas no chamado Sistema de Integração Pecuária Floresta, é o plantio de eucalipto em áreas próximas à sala de ordenha. A combinação eucalipto e braquiária, por exemplo, é um excelente substituto para o free stall, muito mais econômico e eficiente, com a vantagem da renda extra que a exploração da madeira oferece.

As formas de utilização do sistema são inúmeras e cada propriedade deverá escolher aquela que melhor se encaixa no seu perfil de produção. E como se faz isso? Através do planejamento! Qualquer nova tecnologia que o produtor quiser adotar só vai funcionar bem após um período de avaliação muito criterioso, onde ele irá analisar os prós e os contras do novo sistema, os recursos disponíveis, a qualificação dos seus colaboradores, a sua capacidade de gestão.



A Integração Lavoura Pecuária é a forma mais simples de melhorar qualquer sistema de produção pecuário. É muito importante que o produtor esteja atento a isto e que tome conhecimento das tecnologias disponíveis para o seu negócio.

Para auxiliar aqueles que desejam saber mais sobre Integração Lavoura Pecuária, a AgriPoint está trazendo em sua programação uma nova edição do Curso Online "Integração Lavoura Pecuária".

O curso que começará na próxima semana (dia 15/05) terá como instrutores dois engenheiros agrônomos especialistas no assunto: Rodrigo Paniago (sócio da Boviplan Consultoria) e Rodrigo Estevam (pesquisador da Embrapa).

Para participar clique aqui!

Ou entre em contato:
cursos@agripoint.com.br
 (19) 3432-2199.

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