Fechar
Receba nossa newsletter

É só se cadastrar! Você recebe em primeira mão os links para todo o conteúdo publicado, além de outras novidades, diretamente em seu e-mail. E é de graça.

Demanda crescente deve estimular investimentos

postado em 10/03/2010

Comente!!!
Aumentar tamanho do texto Diminuir tamanho do texto Imprimir conteúdo da página

 

A demanda por carne de ovinos e caprinos está estimulando a produção no Brasil. Mas especialistas dizem que é preciso mais investimento e profissionalização em toda a cadeia.

"Nós devemos nos preocupar com o pé no chão. Produzir, produzir adequadamente, produzir um animal de qualidade. Um animal que dá rendimento ao produtor. Um animal que produza uma carne adequada para o consumidor e que tenha volumes, inclusive, para baratear custos ao consumidor final", diz o criador Edo Mallmann.

Mallmann tem criação no sul e no sudeste. Duas fazendas no Paraná e uma em São Paulo, onde mantém 2800 animais com sete raças no plantel. O criador é quase uma exceção entre os criadores, principalmente pela diversidade, mas também porque investiu bem, foi atrás de informação e quer se profissionalizar. Falta muito deste perfil ainda, avalia o presidente da Associação Paulista de Criadores de Ovinos (ASPACO), Arnaldo Vieira Filho.

"A produção no Brasil ela vem crescendo. Vem puxada pelo mercado, pela demanda. A demanda é forte, é franca. A carne é vermelha com características que atendem ao consumidor moderno", comenta Vieira Filho.

Numa avaliação do setor e do mercado em todo o país, especialistas dizem que a atividade pode ser dividida da seguinte maneira: o Nordeste, tradicional na produção, deixa a subsistência e passa a trabalhar com mais visão de mercado. O Sul, também tradicional, está vivendo uma retomada da produção, investindo também agora em carne, além da lã. O Centro-Oeste se destaca pelo potencial de área para produção extensiva e o Sudeste ganha campo pela qualidade da carne.

Mas em todo o país falta fazer o dever de casa, diz coordenador de projetos do Sebrae Enio Queijada de Souza, que coordena projetos de apoio aos produtores em 14 Estados e, em todos, o problema está no foco do negócio. Por mais que tenha intenção, muito produtor ainda não sabe definir. "É o que eu chamo de vazio de estratégia, ou seja, onde é que você quer chegar, qual é o seu produto, ou quais são os seus produtos e quais são os mercados. É por isso, em função desta hesitação de mercado estratégico, que a gente continua importando carne do Uruguai, continua dando mercado pros outros".

As informações são do Canal Rural, resumidas e adaptadas pela Equipe FarmPoint.

Avalie esse conteúdo: (3 estrelas)

Envie seu comentário:

3000 caracteres restantes


Enviar comentário
Todos os comentários são moderados pela equipe FarmPoint, e as opiniões aqui expressas são de responsabilidade exclusiva dos leitores. Contamos com sua colaboração. Obrigado.

Quer receber os próximos comentários desse artigo em seu e-mail?

Receber os próximos comentários em meu e-mail

Copyright © 2000 - 2024 AgriPoint - Serviços de Informação para o Agronegócio. - Todos os direitos reservados

O conteúdo deste site não pode ser copiado, reproduzido ou transmitido sem o consentimento expresso da AgriPoint.

Consulte nossa Política de privacidade