Fechar
Receba nossa newsletter

É só se cadastrar! Você recebe em primeira mão os links para todo o conteúdo publicado, além de outras novidades, diretamente em seu e-mail. E é de graça.

ES: incentivo à ovinocaprinocultura promove encontro

postado em 24/02/2011

Comente!!!
Aumentar tamanho do texto Diminuir tamanho do texto Imprimir conteúdo da página

 

Aconteceu ontem (23), às 18 horas, a segunda reunião do Núcleo Colatina de Produtores de Ovinos e Caprinos, promovida pela Associação de Criadores de Caprinos e Ovinos do Espírito Santo (Accoes). O encontro faz parte do Programa Cordeiro Capixaba, lançado em agosto de 2010 pela Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag) em parceria com a Accoes e o Sebrae-ES. O panorama de mercado de carne, a logística do animal, do produtor ao abatedouro, o beneficiamento e a embalagem são alguns dos assuntos que foram tratados.

O programa tem como meta orientar pequenos, médios e grandes produtores que desejam aderir ao projeto e fortalecer sua inserção na economia capixaba. "A produção de ovinos no Espírito Santo ainda é pequena, mas temos um grande potencial de crescimento, pois trata-se de uma atividade que gera renda em pequenas áreas. E essa é a realidade da grande maioria dos produtores rurais capixabas", diz o secretário estadual de Agricultura, Enio Bergoli.

O secretário também ressalta que a estabilização de pequenos produtores é imprescindível para a viabilização dos grandes. "A qualidade do cordeiro está diretamente ligada à idade do animal. A carne de melhor qualidade é obtida de cordeiros com até cinco meses de vida. Faz-se necessária uma demanda constante do mercado de carne de qualidade que só será suprida pela produção de pequenos e grandes criadores" acrescentou Bergoli.

Beneficiamento, mercado e demanda

Dentre outros desafios, o beneficiamento da carne caprina e ovina através de corte especial e embalagem adequada é primordial para agregar valor e prolongar sua vida. Hoje, quando são congeladas carcaças inteiras de um animal, sua vida resume-se a pouco mais de um dia após o degelo. Com corte especial, a carne pode ser congelada, armazenada e vendida sem degelar. "Assim, ganham o consumidor e o produtor, visto que o mercado demanda esse tipo de produto e estando congelado o produto tem mais tempo de vida", disse Pedro Cani, gerente de pecuária da Seag.

A reportagem é do Governo do Espírito Santo, adaptada pela Equipe FarmPoint.

Avalie esse conteúdo: (4 estrelas)

Envie seu comentário:

3000 caracteres restantes


Enviar comentário
Todos os comentários são moderados pela equipe FarmPoint, e as opiniões aqui expressas são de responsabilidade exclusiva dos leitores. Contamos com sua colaboração. Obrigado.

Quer receber os próximos comentários desse artigo em seu e-mail?

Receber os próximos comentários em meu e-mail

Copyright © 2000 - 2020 AgriPoint - Serviços de Informação para o Agronegócio. - Todos os direitos reservados

O conteúdo deste site não pode ser copiado, reproduzido ou transmitido sem o consentimento expresso da AgriPoint.

Consulte nossa Política de privacidade